quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

MEC quer fim de reprovação no início do ensino fundamental


17-02-2011
O ministro da Educação, Fernando Haddad, homologou a recomendação do Conselho Nacional de Educação (CNE) que acaba com a reprovação nos três primeiros anos do ensino fundamental e cria o Ciclo de Alfabetização e Letramento. Já a partir deste semestre, gestores de todas as escolas do Brasil podem decidir se continuam com o sistema seriado, mantendo a possibilidade de reprovação, ou se adotam a recomendação. A medida foi tomada, segundo a secretária de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria do Pilar Lacerda, a partir da constatação de que muitas crianças são reprovadas no primeiro ano:

O Brasil tem, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), 31 milhões de alunos no ensino fundamental. Desses, quase dez milhões estão nos três primeiros anos. No entanto, pouco mais de dois milhões têm mais de cinco horas de aula por dia.

Polêmica, a aprovação automática divide educadores. Professor da USP, Ocimar Alavarsi, que já foi coordenador pedagógico da rede municipal de São Paulo, de 1995 a 2008, acredita que a "reprovação no ensino fundamental devia ser zero":

Desde 2009, as crianças matriculadas na rede municipal do Rio de Janeiro já convivem com o que o CNE acaba de recomendar. Os alunos dos três primeiros anos são reprovados apenas ao final do terceiro ano. No entanto, em 2007, o então prefeito Cesar Maia assinou decreto instaurando a progressão automática nos nove anos do ensino fundamental, dividindo o período em três ciclos. Em 2009, foram encontrados 13 mil alunos do 4 e 5 anos que precisavam ser realfabetizados, e outros 17 mil do 6 ano que também eram analfabetos funcionais. (Globo Online)

 

Publicado o reajuste anual do FUNDEB

 de 2011. Para a CNTE valor deveria ter sido maior
ouça o arquivo

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Gosta de ler?

Portanto, para procurar POR ORDEM ALFABÉTICA vá até o site Domínio Público.
  1. A Divina Comédia - Dante Alighieri
  2. Poemas de Fernando Pessoa - Fernando Pessoa
  3. Mensagem - Fernando Pessoa
  4. Dom Casmurro - Machado de Assis
  5. O Eu profundo e os outros Eus. - Fernando Pessoa
  6. Poesias Inéditas - Fernando Pessoa
  7. A Cartomante - Machado de Assis
  8. Cancioneiro - Fernando Pessoa
  9. Dom Casmurro - Machado de Assis
  10. Do Livro do Desassossego - Fernando Pessoa
  11. A Carteira - Machado de Assis
  12. O pastor amoroso - Fernando Pessoa
  13. A Igreja do Diabo - Machado de Assis
  14. Livro do Desassossego - Fernando Pessoa
  15. Os Lusíadas - Luís Vaz de Camões
  16. A Carta - Pero Vaz de Caminha
  17. O Guardador de Rebanhos - Fernando Pessoa
  18. Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
  19. Cancioneiro - Fernando Pessoa
  20. A Metamorfose - Franz Kafka
  21. Este mundo da injustiça globalizada - José Saramago
  22. A Cartomante - Machado de Assis
  23. Poemas Traduzidos - Fernando Pessoa
  24. Americanas - Machado de Assis
  25. A Carteira - Machado de Assis
  26. A Cidade e as Serras - José Maria Eça de Queirós
  27. A Mão e a Luva - Machado de Assis
  28. A Volta ao Mundo em 80 Dias - Júlio Verne
  29. O Alienista - Machado de Assis
  30. A Esfinge sem Segredo - Oscar Wilde
  31. Poemas Inconjuntos - Fernando Pessoa
  32. Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente
  33. Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
  34. O Banqueiro Anarquista - Fernando Pessoa
  35. Arte Poética - Aristóteles
  36. A Causa Secreta - Machado de Assis
  37. A Moreninha - Joaquim Manuel de Macedo
  38. Iracema - José de Alencar
  39. Édipo-Rei - Sófocles
  40. Os Sertões - Euclides da Cunha
  41. O Cortiço - Aluísio Azevedo
  42. Senhora - José de Alencar
  43. A Ela - Machado de Assis
  44. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público - Fundação Biblioteca Nacional
  45. Poemas em Inglês - Fernando Pessoa
  46. Poemas Selecionados - Florbela Espanca
  47. Os Maias - José Maria Eça de Queirós
  48. Dom Casmurro - Machado de Assis
  49. Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
  50. Fausto - Johann Wolfgang von Goethe
  51. A Alma Encantadora das Ruas - João do Rio
  52. A Igreja do Diabo - Machado de Assis
  53. Utopia - Thomas Morus
  54. Auto da Barca do Inferno - Gil Vicente
  55. Adão e Eva - Machado de Assis
  56. Poemas de Álvaro de Campos - Fernando Pessoa
  57. Canção do Exílio - Antônio Gonçalves Dias
  58. O Guarani - José de Alencar
  59. A Escrava Isaura - Bernardo Guimarães
  60. Pai Contra Mãe - Machado de Assis
  61. Iracema - José de Alencar
  62. A Dama das Camélias - Alexandre Dumas
  63. Poemas de Ricardo Reis - Fernando Pessoa
  64. Don Quixote. Vol. 1 - Miguel de Cervantes Saavedra
  65. Eu - Augusto dos Anjos
  66. O Primo Basílio - José Maria Eça de Queirós
  67. Sonetos - Luís Vaz de Camões
  68. A Pianista - Machado de Assis
  69. O Espelho - Machado de Assis
  70. Eu e Outras Poesias - Augusto dos Anjos
  71. Alma inquieta - Olavo Bilac
  72. Quincas Borba - Machado de Assis
  73. Memórias Póstumas de Brás Cubas - Machado de Assis
  74. O Crime do Padre Amaro - José Maria Eça de Queirós
  75. Primeiro Fausto - Fernando Pessoa
  76. A Chinela Turca - Machado de Assis
  77. Poemas de Ricardo Reis - Fernando Pessoa
  78. Memórias de um Sargento de Milícias - Manuel Antônio de Almeida
  79. Os Lusíadas - Luís Vaz de Camões
  80. Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco
  81. O que é o Casamento? - José de Alencar
  82. A Mulher de Preto - Machado de Assis
  83. A Vida Eterna - Machado de Assis
  84. Esaú e Jacó - Machado de Assis
  85. Os Maias - José Maria Eça de Queirós
  86. O Navio Negreiro - Antônio Frederico de Castro Alves
  87. Contos Fluminenses - Machado de Assis
  88. A Segunda Vida - Machado de Assis
  89. Cartas D’Amor - José Maria Eça de Queirós
  90. A Mensageira das Violetas - Florbela Espanca
  91. A Herança - Machado de Assis
  92. Amor de Perdição - Camilo Castelo Branco
  93. Os Sertões - Euclides da Cunha
  94. Helena - Machado de Assis
  95. As Vítimas-Algozes - Joaquim Manuel de Macedo
  96. O Cortiço - Aluísio Azevedo
  97. As Primaveras - Casimiro de Abreu
  98. O Livro da Lei - Aleister Crowley
  99. A chave - Machado de Assis
  100. Adão e Eva - Machado de Assis

Obesidade como fator de exclusão

Gazeta de Alagoas, 08/02/2011 - Maceió AL

SILVIO PROFIRIO DA SILVA
Chegamos ao novo milênio e com ele a intensificação das diversas formas de preconceito. Essa problemática não é algo recente. Contudo, tem se intensificado, nos últimos anos, refletindo – se nos mais diversos âmbitos sociais. Esse mal leva as pessoas a julgarem outras, com base em diversos fatores, tais como: sociais, econômicos, linguísticos, etários, opção sexual, cor, aparência física etc.
O preconceito ocorre de diversas formas. Algumas vezes, discreto, velado e indireto, por meio de eufemismos, comentários, olhares, etc. Mas, na maior parte dos casos, ele é direto e agressivo. De ambas formas, ele ataca suas vítimas, atingindo a auto – estima de seus alvos e, sobretudo, restringem acessos, privando o cidadão de seus direitos. Este último ilustra um fato que ocorreu recentemente em São Paulo.
Na noite do domingo, dia 06/02/2011, o fantástico exibiu uma reportagem que veiculava o fato de três professoras terem sido impedidas de assumir um cargo público, pelo fato de serem consideradas obesas. Ambas já exercem a função docente na Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, porém como professoras substitutas (contrato temporário). No último concurso realizado por essa secretaria, elas foram aprovadas nas provas e nas etapas posteriores do processo seletivo. Contudo, na pericia médica, elas foram reprovadas, ainda que não houvesse nenhuma anomalia com os exames médicos solicitados. E, o pior, elas não receberam nenhuma justificativa para essa avaliação negativa.
Elas foram acompanhadas uma repórter (Renata Ceribelli) até a junta média, a fim de verificar o motivo pelo qual foram consideradas inaptas. Só assim elas conseguiram verificar o motivo de serem consideradas inadequadas ao exercício docente. No formulário de uma das docentes, constava uma anotação do medico com a palavra obesidade. No formulário da outra docente, apesar de o formulário ter sido retirado de suas mãos pelo diretor técnico do órgão, ela conseguiu perceber que constava o número do CID correspondente à obesidade. Diante dessa situação, a reporte questionou o preconceito que elas sofriam. No entanto, recebeu a declaração que elas estavam sendo consideradas como doentes. Isso em decorrência da obesidade. Fique perplexo diante dessa reportagem. Primeiramente, pelo fato de perceber como as diferentes formas de preconceito estão disseminadas em nossa sociedade. A propagação é tanta que órgãos governamentais que deveriam atuar no sentido de restringir esse mal que se difunde cada vez mais entre as pessoas, exercem um papel oposto ao que deveriam exercer. Mas, fiquei ainda mais perplexo, ao perceber como a sociedade impõe padrões às pessoas como requisitos de aceitação social e, nesse caso, de aceitação profissional.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Volta às aulas

     Iniciar um novo ano de aulas é um acontecimento singular. É uma mistura de festa, expectativas, ansiedade, preocupação... É reencontro de colegas, novas amizades, curiosidade sobre os estudos, promessa de estudar mais...

     Aulas chatas, professores exigentes, colegas “insuportáveis” podem ser preocupações menores. Afinal, quantas decisões de vida, convicções existenciais, projetos de vida são moldados no período escolar. É também o grande ensaio da convivência social, fazendo das diferenças uma riqueza e não um peso.

     Pois aqui propomos alguns subsídios com a intenção de contribuir e fazer da volta às aulas um ato de entusiasmo, com educadores acreditando em seus projetos e estudantes renovando a fé na vida.

Mundo Jovem

O peixe que não sabia nadar!








Era uma vez um peixe chamado Henrique que não sabia nadar. Ele vivia no mar.
Certo dia apareceu-lhe um tubarão e quase apanhava o Henrique.




Só não o apanhou porque como ele não sabia nadar afundou, enterrou-se na areia e o tubarão nunca mais o viu.




Entretanto apareceram os amigos que o ajudaram levando-o até casa.
A mãe já estava preocupada com a demora do filho e ao vê-lo perguntou:
- Porque demoraste tanto?
Ainda assustado o Henrique contou-lhe o que lhe tinha acontecido.


Decidida a ajudar o filho matriculou-o numa escola de natação, onde ele, em pouco tempo, aprendeu a nadar.
Passados uns tempos, o Henrique chega a casa todo contente e diz para a mãe:
- Mãe já sei nadar como um peixe!
A mãe riu-se e abraçou o filho, toda contente. A partir daquele dia deixou de se preocupar tanto com a segurança do Henrique, já estava preparado para enfrentar melhor os perigos do mar.

Novo Piso Salarial 2024

  A luta está em torná-lo  real no holerite dos profissionais