quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Esperança!

"Seja um acendedor de Esperança! 💡 📚

Acendedor de esperança é aquele que  desperta  no coração da criança o desejo de Ler. São acendores de esperança: escritores, ilustradores, professores, contadores de histórias, educadores, bibliotecários, livreiros e todos que incentivam uma criança a ler."

“Deixa-me acender cem vezes, mil vezes, um milhão de vezes a esperança, que ventos perversos  e fortes teimam em apagar. Que bela profissão  - acendedor de esperança!"
(Dom Helder Câmara)

Créditos:
Imagem: Pinterest
Texto: Eliane Campos
Adaptações: Flávia Cavalcante de Carvalho Silva
Território de Aprendizagem na Primeira Infância

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

José Pacheco: aula não ensina, prova não avalia


Em entrevista, fundador da Escola da Ponte fala sobre inovações educacionais, formação de professores e produção de conhecimento
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Criada em 1976, a Escola da Ponte inspirou muitos educadores com seu modelo inovador de ensino e gestão, marcado pela ausência de salas de aula, séries, disciplinas e aulas propriamente ditas. Tudo acontece em pequenos grupos para permitir que os alunos manifestem suas curiosidades e aprendam a partir delas. As crianças e jovens participam ativamente da gestão da escola e, não raro, são eles que recepcionam os milhares de visitantes que desembarcam em Portugal até hoje para conhecer a instituição idealizada por José Pacheco.
Nascido em 1951, o educador se tornou uma das vozes mais críticas ao modelo tradicional de ensino e segue propondo alternativas a ele com a participação em diversos projetos educacionais, muitos deles no Brasil. Ao longo de sua trajetória, Pacheco também formou professores, um dos temas da entrevista que segue. Confira.
Como o senhor avalia os cursos de formação de professores?
Fui formador de professor na universidade, portanto, qualquer crítica que eu possa fazer recai imediatamente sobre a minha pessoa. Além de formador, também fui avaliador de cursos de formação, consultor de formação, integrei o Conselho Nacional de Educação de Portugal. Também fiz uma dissertação de mestrado sobre formação. Tudo isso para concluir que formar é impossível, mas transformar é necessário e aprender é inevitável. No Brasil, e em outros países do mundo, a situação é caricata.
Na universidade, escutamos que o centro do trabalho pedagógico deve ser o aluno. Cada vez mais se fala do protagonismo juvenil, da autonomia do aluno. Porém, o mesmo professor que fala isso dá aulas. Ou seja, quem está no centro é ele. Das duas uma: ou temos um tipo muito estranho de esquizofrenia ou estamos perante uma situação antiética.
Aula é um dispositivo pedagógico do século 19 que não faz mais sentido hoje. A formação que temos pertence ao paradigma da instrução, quando deveríamos nos guiar pelo paradigma da aprendizagem e até pelo paradigma da comunicação. Em vez de aulas, deveríamos ter oficinas, círculo de estudos, projeto de formação, tertúlia… por que não?
O modo como o professor aprende é o modo como ele ensina.
Vejo na internet que há cursos para desenvolver habilidades socioemocionais, cursos com metodologias ativas. Mas metodologias ativas em sala de aula? Vamos ser sérios e honestos! O professor pode falar de habilidades socioemocionais, competências do século 21, mas o que fica é a vivência.
José Pacheco aula não serve para nada
aula não serve para nada, a não ser para manter o emprego do professor na universidade (foto: Gustavo Morita)
E isso vale para os adultos também?
Sim, nós não aprendemos o que o outro diz, nós aprendemos o outro. Professor não transmite aquilo que diz, mas aquilo que é. Outro ponto é que, tradicionalmente, a formação visa capacitar alguém ou algo. Ou seja, considera que o destinatário da formação é um objeto de formação. Mentira! Não é objeto. O professor em formação deve se assumir como sujeito de aprendizagem em autoformação, pois toda a aprendizagem do século 21 é autoformação, com reelaboração de sua cultura pessoal e profissional.
Outra crítica que faço recai sobre a predominância da teoria. O candidato a professor escuta alguém falando de algo, dos Piagets da vida, mas é inútil encher a cabeça das pessoas antes da prática. O que importa é partir dos problemas de ensino para, através da pesquisa, procurar a teoria que os resolva. Está tudo invertido.
Quando ingressei em uma instituição de formação inicial, dentre as várias em que trabalhei, me entregaram uma lista com o nome de alunos e disseram que eu deveria instruí-los a assinar o papel na entrada e na saída.
Mas como se pode formar professores autônomos e responsáveis dessa forma? Depois disseram que eu teria três turmas. Quando disse que não trabalharia com turmas, perguntaram como eu daria aulas. Respondi que também não daria aulas. Era só o que faltava! Já não dava aulas há mais de 20 anos. Para que serve uma aula? Para nada. Isso aconteceu na maior instituição de formação de Portugal.
Quando foi isso?
Há 30 anos. E hoje esses jovens estão entre os 40 e os 50 anos de idade. Um deles, aliás, é meu filho. São eles que, neste momento em Portugal, conseguiram que o país ultrapassasse a Finlândia no Pisa. Por quê? Porque não dei aula e construí com eles e não para eles um projeto de vida profissional. Por meio de roteiros de estudo, eles fizeram pesquisas em um tempo em que não havia computador muito menos internet. Eles aprenderam a pesquisar e a avaliar, pois eu também não dava provas.  Trabalhava com portfólios de avaliação, com evidências da aprendizagem. Eles trabalhavam em equipe e seguiram assim nas escolas, nunca atuando isoladamente.
Essa ideia de que aula não ensina e prova não avalia implica uma refundação da escola. O senhor vislumbra esse caminho?
O que defendo no lugar de tudo isso é uma nova construção social da aprendizagem, e não a adoção de paliativos, como aula invertida ou essas coisas que inventam por aí. Ioga e meditação são importantes, mas não é por aí que vamos mudar as coisas. O modelo educacional que nós temos foi criado no século 19, na Inglaterra da Revolução Industrial. Nós estamos na 4ª Revolução Industrial. A disciplina foi criada na Prússia militar. O padrão de tempo, o descanso no intervalo, tudo isso fazia sentido no século 19, mas hoje não mais. Será que as pessoas andam cegas?
O senhor critica as metodologias ativas. Mas elas não proporcionam vivências?
Não. Tenho uma grande consideração pelas pessoas que estão trabalhando com essas metodologias, mas isso não é mais do que um paliativo. A aula continua.
A aula invertida não é inovação, pois Célestin Freinet, na década de 1920, fez isso quando criou os ficheiros autocorretivos.
Quando os alunos não conseguiam entender por meio dos ficheiros, eles vinham ter com o professor. A diferença é que o Freinet não tinha computador. Os princípios gerais da aprendizagem segundo Bruner e Vygotsky, para ficar só com estes, são fundamentalmente estes: a aprendizagem precisa ser significativa, integradora, diversificada, ativa e socializadora. Isso em uma sala de aula é impossível, portanto, vamos levar isto a sério? Em vez de escreverem teses de doutorado que não servem para nada, por que as pessoas não vão fazer aquilo que é preciso?
Aula não serve para nada, a não ser para manter o emprego do professor na universidade.  
Na educação básica, nós temos algumas escolas que vão nessa linha apontada pelo senhor como a própria Escola de Ponte e outras. Mas e no ensino superior?
Não tem nenhuma. Eu estive recentemente em uma universidade brasileira em um encontro sobre inovação. Uma senhora disse que o modelo daquela instituição era inovador, mas tudo acontecia em sala de aula. Eu questionei esse ponto e foi um escândalo. Nunca mais me convidaram. O Brasil tem excelentes universidades, excelentes professores universitários, tenho grandes amigos no ensino superior. Mas, não sei por quê, todos continuam dando aula.
Hoje eu nem falo do paradigma da aprendizagem, pois o centro é a relação. Nós aprendemos na intersubjetividade, mas a universidade nem sequer chegou ao paradigma da aprendizagem. Nem isso. Quem fez isso foi a Escola da Ponte, há mais de 40 anos. O projeto Âncora também.
Então se a universidade não consegue fazer aquilo que a Ponte fez há 40 anos, como que há inovação? A inovação tem vários critérios, aliás. Primeiro: tem que ser inédito, e eu não vejo nada de inédito por aí. Depois tem de ser replicável e estar permanentemente em fase instituinte; nunca pode parar de se atualizar. Também é importante que tenha sustentabilidade e fundamentação científica contemporânea – Morin, Castells, Papert, Maturama, Augustinho da Silva, Paulo Freire. Depois, finalmente, tem de ter utilidade. Se esses paliativos não logram educação a todos, eles são inúteis. 
A má qualidade da educação básica é atribuída à formação dos professores e também ao perfil dos alunos que optam pela carreira docente. Há levantamentos que mostram que são os alunos mais fracos no Enem que escolhem a profissão. Qual é a relevância desse aspecto em sua opinião?
Esse aspecto é um problema sim, e não apenas no Brasil. Em Portugal quando um jovem completa o ensino médio e pretende entrar na universidade ele faz uma seleção de dez cursos, começando pelos que mais deseja cursar. O curso de Pedagogia sempre aparece em 9º e 10º lugares. Ou seja, o jovem quer ser médico, psicólogo ou arquiteto, mas coloca Pedagogia por último porque sabe que vai entrar mesmo com uma pontuação ruim.
Hoje a maioria dos cursos acontece a distância, sem qualquer contato com o aluno. Já os presenciais acontecem à noite e quem participa são pessoas das classes C, D e F. Pessoas maravilhosas, mas que não sabem interpretar um texto, que estão à espera de inovação em seu estatuto social, o que é legítimo. Mas eles chegam com uma preparação insuficiente do ensino médio e têm uma formação deficiente depois.
O senhor já declarou que a pesquisa brasileira parece literatura de cordel, um citando o outro. Por que essa avaliação?
A pesquisa na área de educação é meio literatura de cordel, sim. “Piaget disse, Vygostky disse…” Não sou fofoqueiro, não quero saber o que Piaget disse. Eu quero produção de conhecimento, e isso não existe. É um discurso redundante, eu te cito, tu me citas… E pensar que as ciências da educação são o eixo, o centro de toda a atividade de aprendizagem.
O problema é que todo mundo que escreve sobre ciência da educação está a leste de tudo o que seja ciência da educação ou então estudou ciência da educação em aula. É preciso saber filosofia da educação, história da educação, sociologia da educação, as várias psicologias da educação, antropologia da educação… Quem escreve sobre educação, e não só no Brasil, raramente escreve algo que seja produção. Eles apenas fazem citações. Sei que falar essas coisas ofende. Não por acaso, me tornei persona non grata para muita gente, mas fazer o quê…

domingo, 26 de janeiro de 2020

Ensina!


Chamar pra viver

" Precisamos de uma educação com poesia, com arte, com representações simbólicas, com imagens que chamem para viver e criar. Precisamos de exercícios que desliguem a emoção e a inteligência. Que despertem o desejo de criar  de viver, de conviver." Severino Antônio.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Combate ao Bullying

⚖️ Foi sancionada a Lei que institui uma Semana de Combate ao Bullying no estado de Santa Catarina.
💡 A lei foi criada por alunos do 1° ano do Ensino Médio de 2019 da E.E.B. Aleixo Dellagiustina de Ituporanga!
📻 Acompanhe mais detalhes amanhã (22.01) no #JornalDaSintonia
#Legislativo #ALESC #EEBAleixoDellagiustina #SemanaDeCombateAoBullying #SantaCatarina #SintoniaFM #JornalismoSintonia

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Grande Altino!

‼️Sabias Palavras do colega, professor que admiro muito, que acredita na potencialidade das crianças e das maravilhas da infância, senhor Altino José Martins‼️

Se liga 🔽

✏️Professoras e professores não percam seus últimos dias de descanso fazendo lembrancinhas para a primeira semana de encontro com as crianças, leiam um bom livro sobre arte para refutar essas práticas...(se possível leve o livro para a primeira reunião).
✏️Não percam horas fazendo decoração enfadonhas para as salas de referência, esperem as crianças chegarem, utilizem o tempo de convivência com elas para tornar o ambiente organizado com a participação infantil...
✏️Não chamem os primeiros dias de atividades com as crianças de "período de adaptação", a criança é um ser social e também socializa formas de convivências...
✏️Não padronizem a produção das crianças, com "tudo igual para todos", apostem na criatividade de cada uma em suas singularidades...
✏️Deixem as crianças inovarem com sua originalidade, o que irá tornar o ambiente diversificado e fazer nascer o extraordinário nas interações...
✏️Fale com as famílias compreendendo suas limitações no campo da educação formal, pois a Pedagoga/o é você, professora e professor, você entende e estuda sobre educação infantil...
✏️Tenha uma prática aberta, a ser construída com as crianças, mas projete e pesquise propostas que ampliem o repertório cultural, humano e intelectual das crianças que estão sob a sua responsabilidade...
✏️Não precisamos de dinâmicas de autoajuda para nós relacionar bem e sim precisamos discutir e saber sobre o projeto político é pedagógico da unidade educativa.
✏️Na primeira reunião, peça um tempo para a suas gestoras para estudar um artigo ou tema de interesse coletivo, o café da manhã pode ser em tempo reduzido e as conversas podem ser mediadas com uma base teórica e não senso comum... (base teórica se consolida com quem pesquisou).
✏️Exija que suas gestoras participe das discussões do coletivo e não saia da reunião, por exemplo, para resolver situações de telefone ou falta de alimentação... (sabemos que é importante, mas os combinados dos profissionais, neste momento são prioridade).
✏️Não tenha receio de dialogar, se autorizar a falar ou mesmo questionar... O ambiente educativo não é lugar para colonização, mas sim libertação e confronto de pensamentos. (tire de sua cabeça: - Ah, se eu falar irão pegar no meu pé o ano todo).
✏️Se não for por você, que seja pelas crianças: Exija um ambiente limpo e cheiroso!!! (cada profissional precisa fazer a sua parte).
✏️Proteste!!! Reivindique!!! Mas não seja do tipo pessimista, contrariando tudo. Lembre-se: “quando algo vira tudo, também não é nada”...
✏️Temos muito que nos alimentar para construirmos uma vida que vale a pena ser vivida na creche!!!"

Professor Altino José Martins Filho

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Rastros



Portaria do finde 2020

Portaria estabelece os parâmetros operacionais para o Fundeb no exercício de 2020

Portaria Interministerial nº 4, de 27 de dezembro de 2019, estabelece os parâmetros operacionais para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), no exercício de 2020. O texto foi publicado no Diário Oficial da União do dia 30 de dezembro de 2019.
Segundo a Portaria, o valor anual mínimo nacional por aluno, previsto para o exercício de 2020, é de R$ 3.643,16. Ele pode ser ajustado em razão de alterações, no decorrer do exercício de 2020, no quantitativo de matrículas do Censo Escolar de 2019, publicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e na estimativa das receitas do Fundeb provenientes das contribuições dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
O anexo I da Portaria apresenta o valor anual por aluno, estimado no âmbito de cada estado e do Distrito Federal, desdobrado por etapas, modalidades e tipos de estabelecimento de ensino da educação básica e mostra a estimativa da receita total dos Fundos.
No Anexo II é possível encontrar o cronograma de repasses mensais da complementação da União aos entes governamentais beneficiários, desdobrados por mês e unidade federada estadual.
Para acessar a Portaria, clique aqui.
Fonte: Undime/Foto: Avener Prado, Folha Press

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Palavras de vida




‘A criança precisa de palavras de vida’, diz Severino Antônio

"Já sei o que é o cor-de-rosa, é vermelho devagarinho". Em seu novo livro, Severino Antônio e Katia Tavares investigam a poesia natural das crianças
Severino Antônio
  • Publicado em: 24.09.2019
por 
Quem ouve os educadores Severino Antônio e Kátia Tavares, se reparar bem, vai notar que tem ali naqueles tons de vozes amaciadas uma matéria-prima que vem de outro lugar. Esse outro lugar se chama infância. Mais especificamente, a poética das infâncias. Um lugar que eles habitam com a familiaridade de quem já esteve lá e hoje revisita diariamente para fazer o seu trabalho de relembrar o mundo que como, diria o poeta Thiago de Mello, “é de infância que o mundo tem precisão”.
O novo livro dos autores, “A poética da infância“, acaba de ser publicado pela editora Passarinho. Depois de compartilhar com os leitores o resultado de sua escuta das imagens e dizeres filosóficos das crianças no livro “Constelações, uma escuta poética da infância“, Severino e sua companheira Katia agora trazem neste novo livro aproximações entre o modo de ser das crianças com a pedagogia. Assim, o livro se torna uma potente referência para quem busca colocar em prática abordagens de aprendizagem mais conectadas com a essência das infâncias.
“Cada criança é feita da matéria-prima do mundo, da circulação da vida, das circunstâncias históricas e sociais, mas ao mesmo tempo, feita de sonhos, movida por desejos e sentidos que descobre ou atribui à vida”, dizem os autores no livro
Feito o best-seller “A casa das estrelas“, do professor e poeta colombiano Javier Naranjo, este A poética das infâncias também traz definições das crianças para as coisas do cotidiano. Para quem gosta de ressignificar as palavras, o livro é um verdadeiro brinquedo.
Uma criança de cinco anos, por exemplo, disse à professora que já sabia o que era cor-de-rosa. “É vermelho devagarinho”. Ou a criança que não queria dormir, e resistiu o quanto pôde ao sono, até ele começar a finalmente chegar. “O escuro está entrando nos meus olhos”. Esses e outros exemplos aparecem na obra, entrecortados por textos teóricos voltados para professores e também para os interessados em geral na escuta das crianças e em poesia.
Para Severino Antônio, o adulto que se permite a uma conexão com a poesia das crianças, ganha de volta sua vitalidade. “A criança precisa de palavras de vida, de celebração da vida, e não de depreciação, que só reduzem ao erro e ao desafeto. Precisamos tomar muito cuidado com as palavras que usamos com elas”, diz o professor.
Quando perguntamos a ele do que se trata, afinal, a tal “poética das infâncias”, ele explica remetendo ao estado inaugural da criança em relação a si mesma e ao mundo. “A poesia natural da infância existe por vários motivos. Primeiro, porque a criança está fazendo a descoberta do mundo. Ao mesmo tempo, ela está descobrindo a palavra. As coisas para ela estão nascendo, são recém-nascidas”, afirma

“A criança vê com olhos novos, olhos livres. Com ela, o mundo está sempre começando de novo”
Mas, ninguém melhor do que os próprios autores para contar o que um livro é. Por isso, o Lunetas aproveita a ocasião para conversar com os dois para conhecer de perto esse novo trabalho, e repercutir essa tal matéria-prima com a qual eles ficam tão vontade: o jeito-criança de observar o mundo

Mundo da infância!

Há muitos mundos dentro do mundo. Assim também é a infância. E os muitos mundos da infância estão todos no brincar!

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2615333688573894&id=587880134652603




quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

Para conversar com as famílias!




Se você frustrar um pouco os seus filhos eles serão adultos felizes

Portal Raízes
O pediatra Daniel Becker é o criador da Pediatria Integral: um conceito de que a criança precisa ser vista de forma mais abrangente. Não é apenas tratar e prevenir doenças, mas cuidar do bem estar emocional, social e até espiritual da criança e da família. São 20 anos de experiência de consultório no Rio de Janeiro. Formado pela UFRJ, ele é especialista em Homeopatia e mestre em Saúde Pública. Médico do Instituto de Pediatria da UFRJ, ele foi pediatra da Médicos sem Fronteira em campos de refugiados na Ásia e fundador de uma ONG, o CEDAPS, Centro de Promoção da Saúde, com atuação em comunidades carentes. Com tantos compromissos, entre palestras e consultas, ele abriu gentilmente um espaço na agenda para responder às minhas perguntas.

 sua essência. Um dos fatores que explica esse paradoxo é a falta de intimidade e de convivência entre pais e filhos por causa das questões da vida moderna.
E quando estão juntos, os pais não conhecem essas crianças, não sabem lidar com elas. Estão estressados com os seus trabalhos, estão viciados nos seus telefones e não querem também se submeter à desaprovação social de uma criança que chora ou se comporta mal. Acaba que essa criança não tem direito de se manifestar de forma negativa, que faz parte do comportamento infantil. Ela não pode fazer uma birra, dizer “não”, chorar, explorar seus limites de atuação no mundo.

10' 

Como os pais não sabem lidar com essas situações, a criança acaba tendo todos os seus desejos realizados, não lhe colocam limites, não lhe dizem que ela tem que lidar com a frustração. A gente quer calar a qualquer custo o mal estar. Então para parar com o chilique, a gente acaba cedendo. Ao invés de aprender as regras de convivência, a criança passa a ser uma rainha que dita as normas, os programas, os ....
Para continuar lendo:

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Território do brincar

O que o brincar livre e espontâneo das crianças nos revela? O Território do Brincar convidou pesquisadores para observar, durante um ano, o brincar de diferentes grupos de crianças. Desse percurso, surgiu o documentário "Miradas", que você pode assistir gratuitamente no VIDEOCAMP: http://bitly.com/-miradas 🎬💛 #Alana2019

#PraCegoVer #PraTodosVerem No vídeo aparecem diversas crianças brincando.

Ah o celular!

Cabe refletir sobre!
Criança precisa aprender a ver e sentir o mundo,  se movimentar, brincar, pesquisar,  descobrir. 
Lembrando que elas imitam muito os adultos com os quais convivem. 



Voltando!

Seja bem vindo 2020!
Vamos tirar a poeira deste lugar!
Espaço para compartilhar saberes.
Entre e fique a vontade!

Novo Piso Salarial 2024

  A luta está em torná-lo  real no holerite dos profissionais