sexta-feira, 9 de outubro de 2020

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

7 chaves para educar com amor


 
19 julho, 2018
Fonte  https://soumamae.com.br/7-chaves-para-educar-com-amor/ 
Educar com amor é, acima de tudo, adorar e admirar essa pequena pessoa que olha do chão para nós ávida por aprender.

É ver a nós mesmos nessa pequena pessoinha quando ela questiona e quer entender tudo. Educar com amor é ensinar através do carinho com dedicação e especial atenção nos momentos que são dedicados para essa finalidade, independentemente do tempo necessário para isso.

A aprendizagem é a função mental que consiste na aquisição dos conhecimentos. É o processo que se encarrega do desenvolvimento e da implementação das habilidades.

Por meio da aprendizagem, os seres humanos experimentam a observação, a assimilação e o raciocínio. A formação da conduta e dos valores, a transformação das habilidades e a acumulação de experiências são consequências do que nós aprendemos.

Embora os animais nasçam com certos instintos que lhes possibilita subir nas coisas, se alimentar, caminhar, nadar, se esconder dos predadores de acordo com as espécies a que pertencem, os seres humanos estão em um aprendizado constante desde quando ainda são pequenos.

Educar com amor para alcançar uma aprendizagem eficaz

Mas para aprender de forma eficaz e facilitar uma melhor apropriação da matéria, especialmente na infância, é essencial encontrar motivação. Uma das principais motivações da criança pode ser passar mais tempo ao seu lado. É por isso que você deve ser sua professora.

educar com amor

Mamãe, você deve saber que a aprendizagem é eficaz quando produz uma mudança duradoura no tempo. Isto é, se aprende quando a matéria é processada e se transforma em conhecimento.

Memorizar algo para fazer uma prova, por exemplo, e esquecer assim que saímos dela não é aprender. Pelo menos não é uma aprendizagem que será eficaz.

Quando somos pessoas instruídas, temos as ferramentas para colocar em prática tudo o que sabemos para nos tornarmos seres independentes, inteligentes e educados.

Estamos aptos para tomar nossas próprias decisões porque essas decisões estarão fundamentadas em bases sólidas e não serão meros impulsos aleatórios que teremos.

Por isso, cuide para que seu pequeno se torne alguém que vale a pena pelos próprios conhecimentos e não pela força bruta, posição econômica, ou por ser a filha ou o filho de alguém importante.

Eduque-o e o incentive para aprender tudo o que puder. Mas não faça isso com repreensão, pressões, gritos, xingamentos, punições ou maus-tratos físicos. Sua filho precisa que sua aprendizagem seja eficaz para que dure a vida inteira e ele só conseguirá isso tomando seu próprio tempo, sem ser forçado.

Eduque seu filho com amor e com muita paciência.

7 chaves para educar com amor

Para educar seu filho com amor:

Coloque todo o seu empenho para lhe oferecer os melhores conhecimentos

educar com amor

Para isso você deve se superar, se esforçar, fazer tudo para transmitir a educação que talvez nunca lhe deram. Lembre-se que os filhos devem, sempre, ser melhores do que seus pais. Como mãe, é seu dever prepará-lo para a vida que o espera.

Colocar seriedade em seus ensinamentos

É imprescindível que você o veja como um ser humano que precisa de você para aprender a se comportar, superar sua timidez, falar, tomar decisões, ser consistente e valorizar o que tem, fazer uso dos melhores valores e amar e respeitar os outros como seus iguais.

Por isso, você deve colocar seriedade em seus ensinamentos e fazer seu filho ver a importância que têm.

Aplaudir suas realizações

Se a criança vê que você valoriza suas realizações e se sente orgulhosa dela, irá se sentir querida pela pessoa mais importante do mundo para ela: você. E, assim, irá querer se esforçar ainda mais em aprender.

Aplauda cada meta alcançada, elogiando quando a criança aprender algo novo, destacando suas qualidades e recompensando seus esforços.

Intercalar o carinho com os ensinamentos

Mesmo quando você se sentir a professora do seu filho você deve saber que continua sendo sua mãe. Os momentos que você emprega para instruir deve ser intercalado com carícias, beijos, abraços. Assim, seu pequeno também se sentirá mais relaxado.

Dar a liberdade que ele precisa para aprender e errar sozinho

Se o seu filho recebe os recursos necessários para fazer e se desenvolver sozinho, você estará contribuindo com sua autonomia e independênciaPortanto, isso também é educar com amor.

Deixe-o experimentar e se aventurar, não importa se ele cometer erros. O mais significativo é que ele saiba se levantar e continuar se esforçando. Mamãe, educar com amor é muito fácil, basta apenas querer.

 
  • Bowlby, J. (1986). Vínculos afectivos: formación, desarrollo y pérdida. Madrid: Morata.
  • Bowlby, J. (1995). Teoría del apego. Lebovici, Weil-HalpernF.
  • Garrido-Rojas, L. (2006). Apego, emoción y regulación emocional. Implicaciones para la salud. Revista latinoamericana de psicología38(3), 493-507. https://www.redalyc.org/pdf/805/80538304.pdf
  • Marrone, M., Diamond, N., Juri, L., & Bleichmar, H. (2001). La teoría del apego: un enfoque actual. Madrid: Psimática.
  • Moneta, M. (2003). El Apego. Aspectos clínicos y psicobiológicos de la díada madre-hijo. Santiago: Cuatro Vientos.

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Os pilares da Educação

 OS PILARES DA EDUCAÇÃO: APRENDER A CONHECER, APRENDER A FAZER, APRENDER A VIVER E APRENDER A SER

A escola representa papéis na sociedade e os pilares da educação representam um papel social da escola fundamentado na Perspectiva Construtivista. Segundo Vasco Moretto, aprender é construir significados. Ensinar é oportunizar esta construção. Para Philippe Perrenoud COMPETÊNCIA é capacidade de mobilizar recursos (cognitivos) visando abordar e resolver uma situação complexa. Os quatro pilares da Educação são conceitos de fundamento da educação baseados no Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors. Fazendo uma reflexão maior sobre a avaliação escolar como uma visão de transformação de mundo, podemos dizer que ela está ligada ao compromisso a favor de uma prática democrática que deve conduzir o aluno a pensar, sendo este criativo, consciente e crítico. Sendo assim, essa visão está exatamente relacionada com a proposta de aprendizagem definida pela UNESCO como eixos que são: Aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver junto e aprender a ser.
ü  Aprender a conhecer – Relaciona-se com o interesse por aprender coisas novas.
ü  Aprender a fazer – Relaciona-se a coragem de executar e poder correr riscos
ü  Aprender a viver junto – Relaciona-se ao desafio de poder conviver e respeitar os outros.
ü  Aprender a ser – Relaciona-se ao exercício da cidadania, o papel de ser cidadão e o seu objetivo de viver.
Para aprofundar leia o texto na íntegra de Jacques Delors intitulado Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors. O Relatório está publicado em forma de livro no Brasil, com o título Educação: Um Tesouro a Descobrir (UNESCO, MEC, Cortez Editora, São Paulo, 1999) e disponível para download no blog.
Nesta perspectiva os alunos são gerentes de informações, e não meros acumuladores de dados. Quem acumula dado é o computador. O gerente analisa situações do ponto de vista técnico, social, político e ético. Habilidade é saber fazer e relacionar-se a conteúdos comportamentais que podem ser físicos ou mentais.

Como criar uma experiência de aprendizagem do século 21 na sua escola?

A educação está em constante evolução. Há alguns séculos, o modo de transmitir conhecimento era completamente diferente do que é observado hoje em dia. Por isso, se atualizar às mais novas tendências e fornecer uma experiência de aprendizagem condizente com o momento histórico e social é fundamental para qualquer escola que esteja realmente comprometida com seus estudantes.

No entanto, se tornar uma escola do século 21 nem sempre é uma tarefa simples. Muitos gestores se sentem desafiados ao tentar implementar as novidades do setor em suas escolas, especialmente por conta das transformações tecnológicas, que estão cada vez mais velozes.

Pensando nisso, criamos um artigo para auxiliar você, gestor, na tarefa de transformar a sua escola em uma instituição moderna e antenada com as novidades do segmento.

Continue a leitura e confira quais são as principais características de uma instituição do século XXI e observe dicas práticas para fazer essa transição. Boa leitura!

Quais são os desafios enfrentados para a implementação de uma escola do século 21?

A maioria de nós tem certa resistência às mudanças, independentemente de sua natureza, não é mesmo? Isso é, de certa forma, completamente normal e faz parte do modo como os seres humanos funcionam. No entanto, mudar é fundamental para nos adequarmos às realidades do mundo lá fora.

Nos dias atuais, a tecnologia e a dinâmica do ensino estão muito diferentes do que era observado há poucas décadas. Hoje, o próprio mercado de trabalho dá preferência a pontos que antes não eram tão valorizados, como a autonomia, a criatividade e a facilidade de trabalhar em equipe.

Em meio a esse contexto e à necessidade de adaptação, muitos gestores de instituições educacionais têm como desafio os seguintes fatores.

  • dificuldade em lidar com a tecnologia;
  • falta de conhecimento tecnológico;
  • receio de que o corpo docente não se adapte às mudanças;
  • medo de que seja necessário um grande investimento para adequação do ambiente;
  • falta de tempo para realizar as mudanças;
  • ausência de acompanhamento e auxílio para realizar as mudanças.

Em frente a esses desafios, é comum observar uma resistência para a adaptação de escolas aos novos moldes da educação. Pensando nisso, abordaremos melhor as características desse tipo de ensino e forneceremos dicas para implementá-los nos tópicos a seguir.

Quais são as principais características de uma escola do século 21?

Ficou curioso para descobrir quais são as características fundamentais de uma escola do século XXI? Confira, a seguir, a principais delas.

Mudança na estrutura das aulas

O molde de educação ao qual estamos acostumados (alunos pacientemente sentados e enfileirados e professores ministrando a matéria) estão com os dias contados. Hoje em dia, a sala de aula deve ser vista como um ambiente dinâmico e que favorece o ensino multidisciplinar e simultâneo dos estudantes.

Por isso, as aulas não devem ser somente expositivas e o professor precisa, nesse momento, colocar o aluno como protagonista e se posicionar como um mentor, que o guiará para encontrar o próprio caminho dentro do tema proposto em um currículo muito mais flexível.

Nesse momento, é bacana trabalhar outras questões, muito diferentes das aulas tradicionais. Aí entram estratégias de ensino como a gamificação (jogos em sala aula), peças teatrais, construção de protótipos ou visitas a outros ambientes da escola (como o pátio, o laboratório ou o jardim), onde é possível aprender diversas matérias de uma só vez.

Comunicação direta com o professor

Nos moldes tradicionais de uma sala de aula, a comunicação do aluno com o professor nem sempre é assim tão simples. Já na educação do século XXI, esse contato é muito mais direto e diferenciado, pois o professor, ainda que seja uma figura de autoridade, caminha lado a lado aos estudantes como se fosse parte do grupo.

Assim, as questões e a conversa se tornam muito mais frequentes, à medida que o professor ensina o conteúdo de maneira dinâmica. Dessa forma, o conteúdo é explorado enquanto é experimentado.

Além de ser muito vantajoso para os alunos, que aprendem diversos conteúdos de uma só vez e os colocam em prática ao mesmo tempo, o ato de lecionar se torna muito mais divertido também para o professor, que, ao mesmo tempo, ensina e aprende com seus estudantes.

Acesso facilitado à tecnologia

Além de mudanças na estrutura das aulas e na relação com os professores, uma escola do século 21 é aquela que proporciona um acesso facilitado do aluno às novas tecnologias e as utiliza de forma constante no dia a dia letivo.

Para isso, é importante dizer que nem sempre a tecnologia se limita ao uso de computadores, embora eles sejam muito importantes. Diversos objetos tecnológicos podem ser utilizados, até mesmo aqueles que nada têm a ver com um microcomputador.

Com esses elementos, os alunos entram em contato direto com conceitos de engenharia, matemática, física e química, aprendendo-os de maneira dinâmica e muito mais natural. Outra vantagem disso é que, assim, os estudantes conseguem observar aplicações úteis à essas matérias, eliminando o bom e velho ‘’quando utilizarei isso em minha vida?’’ do vocabulário dos jovens.

Como é possível criar uma experiência de aprendizagem do século 21?

Embora fazer essas alterações pareça muito difícil, isso não é verdade: basta algumas pequenas mudanças para que a sua escola saia na frente e ofereça um grande diferencial em educação para os seus alunos. Confira, a seguir, algumas dicas e coloque isso em prática.

Fazer pequenas alterações na estrutura do ambiente

Uma das primeiras mudanças que devem ser feitas é justamente no ambiente da sala de aula. Nas escolas do século 21, dificilmente veremos cadeiras e mesas alinhadas em filas. Aqui, o foco é utilizar mesas móveis, que facilitem o deslocamento dos alunos em classe e o seu agrupamento das mais diversas formas.

Além disso, a estrutura da sala de aula deve ser flexível, com pequenas estações para cada finalidade: um cantinho da leitura, o cantinho da experimentação, entre outros. Cada um deles servirá para um objetivo diferente; dessa forma, o aluno consegue se localizar melhor no ambiente, sabendo exatamente onde encontrar cada material que precisar.

Fornecer a possibilidade de expansão mental

Outra alteração importante é fornecer, no ambiente, aquilo que o estudante realmente precisa para expandir sua mente. Por isso, investir no material e nos cursos necessários para que a criançada explore novas possibilidades é muito importante.

Para a parte da ideação, ou seja, do processo de colocar as ideias “no papel”, é fundamental investir em materiais de boa qualidade, como post its, canetas coloridas, etc. Já para a parte da experimentação, que tal fornecer um espaço com tudo que as crianças precisam para criar protótipos a partir de objetos que seriam descartados, como papelões e garrafas?

Inserir a tecnologia na educação

Além de enriquecer o ambiente e utilizar outras áreas da escola (ou da cidade, no caso de excursões com toda a turma), é muito importante fornecer o conhecimento teórico para que os alunos possam colocar em prática em suas experimentações diárias.

Por isso, forneça bons cursos de internet das coisas, robótica e outras matérias para criar uma boa base na mente das crianças e posteriormente, facilitar a inserção da educação no dia a dia escolar.

Contar com uma ajuda especializada

Por fim, é necessário dizer que realizar essas mudanças “às escuras” nem sempre é fácil. Embora mudar não seja necessariamente um desafio, é crucial que as alterações sejam bem pensadas e progressivas, para que todos os envolvidos se adaptem adequadamente.

Por isso, contar com a ajuda especializada é fundamental para implementar a educação moderna em sua escola e transformá-la efetivamente em uma escola do século XXI!

Como podemos observar, oferecer uma experiência de aprendizagem condizente ao século em que vivemos não é impossível. Para isso, basta fazer algumas alterações no modo de ensino e utilizar a tecnologia de modo mais incisivo, conectando as experiências de sala de aula com aquilo que é visto fora dos muros da escola. Assim, todos saem ganhando!

Ficou com alguma dúvida ou tem alguma sugestão? Não hesite, então, em entrar em contato com a gente! A nossa equipe está à disposição para auxiliá-lo a qualquer momento. Esperamos o seu contato!

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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Ah, meu Brasil Brasileiro

Ah, meu Brasil Brasileiro eu te apresento através dos meus olhos e sentidos a quem nunca esteve ou viveu por aqui.

Ainda que eu saiba que a história é uma ciência humana, e que  ela tem relatividade dependendo muito da visão de quem a conta...

Os meus olhos são apaixonados por ti, e sabem que em nenhum outro espaço territorial do mundo eu seria tão feliz.

Começaremos pela grandiosidade do teu território você ocupa 1,6% de toda a superfície do planeta, ocupando 5,6% das terras emersas do globo, 20,8% da área de toda a América e 48% das terras  da América do Sul.

É Um baita território!

São 26 estados e mais o Distrito Federal, você é um país continental e com 7.500 Km de  extensão de costa, todinha banhada pelo oceano atlântico.

São praias incríveis,  ilhas, arrecifes e  baias. Brasileiros e turistas, que se encantam com a beleza que tens. Alguns homens tem poluído sim, mas tantos outros tem se empenhado em projetos grandiosos para recuperar o que está destruído. As crianças estas estão apontando como esperança, uma  geração que  vem pensando em reaproveitar e preservar.

A quantidade e variedade de minerais contidos no teu subsolo são provenientes da formação geológica, também nisto tu és privilegiado, teu grande potencial na produção de minérios é destaque no cenário mundial 

 

Ah, quando eu penso na tua vegetação,  proporcionada pelo  tantos tipos de  clima que  permitem nascer e vingar esta diversidade incrível. A floresta amazônica, tão conhecida e disputada, faz par com para a Caatinga, Campos, Cerrado, Mangues, Mata Atlântica é  aqui que vivo é do sul é de Santa Catarina que eu vos falo, Mata de Araucária, Mata de Cocais e Pantanal.

Tem gente no mundo inteiro querendo conhecer as propriedades de tuas sementes e folhas.

Tem verdes de   todos os formatos e tons.

Aqui, Tens água,pura e cristalina que  brota de tuas terras.

Tem agricultura, terra fértil e comércio

 

 

Tu Brasil, abrigas milhões de espécies animais e vegetais, 

É uma imensidão de terra, plantas, clima, águas, espécies animais e  pessoas que te compõe.  Mas o que de fato te faz    diferente quiçá do mundo inteiro, é a diversidade do teu povo.

Desde a tua colonização fomos diversos e ainda que alguns grupos tenham sofrido um processo de aculturamento e exclusão do qual inclusive eu me envergonho,  também é fato que cada um trouxe muito para contribuir contigo. E eu vejo que o respeito a diversidade está chegando por aqui, ele é fruto de muitas lutas.

 

Tu sabes, eu também sei que aqui persistem algumas desigualdades sociais,  nosso sistema político é tendencioso a corrupção de recursos e de valores.

As oportunidades  tem disparidade e também que infelizmente em alguns lugares a fome ainda dorme com os teus  brasileiros, temos problemas sociais, humanitários, políticos,  e muito ainda por evoluir. As vezes considero eles tão grandes quanto a tua extensão. Em outras eu fico emocionada com exemplos de retidão e valor.

Eu sei, tu também sabes que Precisamos atingir maior consciência e humanidade, eu vejo um caminho e vejo ações e todas elas apontam através da educação.

Sabe Brasil, um dia eu quero ver isso tudo melhor, eu acredito que verei,  e tem muita gente lutando para tal, os filhos teus não fogem a Luta!

 

Somos mais de 210 milhões de pessoas que falam aqui como língua padrão a língua portuguesa, muitos são os escritores, poetas e cantadores que se expressam por aqui. Temos liberdade de expressão e a arte ainda que não apoiada devidamente está dentro de cada brasileiro.

Todos temos sotaque, é uma marca da nossa identidade, chiados, arrastados, formas  coloquiais de falar.  não existe o certo nem o errado.Existe a língua padrão esxrita. Mas a falada, pra falada tudo é permitido.

Aqui nos entendemos, ainda que a mesma palavra seja pronunciada de inúmeras formas diferentes, que outras sejam desconhecidas ao sul e tantas outras ao nordeste. Não existe uma forma mais certa ou mais bonita.

Toda esta sonoridade compõe o teu  mapa linguístico. Quem conhece respeita. É lindo de se ver

Melodioso  até.

 Os guris do sul, são os mesmos meninos do rio, as  mainhas lá do nordeste são as mesmas mães do sudeste, as voinhas pra nós  são nonas e omas...e seguimos buscando  entendimento, diálogo, compreensão e respeito.

 

UM POVO QUE  IMPRIMIU SUAS marcas culturais no dialeto  NA Arquitetura, NOS Costumes, nas danças,  nos credos,  na fé. Você  Brasil é marcado por tudo isso.

Cada imigrante que chegou te torna maior, mais grandioso traz características para tua gente.

Aqui Recebes refugiados do mundo, que partem por  guerras ,perseguição ou catástrofes naturais, curiosidade, aventura,  estais  sempre de braços abertos. É fácil adentrar nas tuas terras, ser recebido  e aqui fazer morada.

 

E  nativos , os teus  brasileiros que participam também  de movimentos migratórios,

 neste ir e vir em buscam de melhores condições de vida, de futuro de felicidade, mesclam  também sua cultura e suas formas de viver.

Tens  regiões definidas, cada uma delas poderia  representar  um BRASIL

O maior diferencial nesta imensa colcha de retalhos  é a tua Tua Gente.

Gente   acolhedora, festiva e alegre.

Gente que luta que batalha, gente que ergue a cabeça  gente que e consegue se reerguer diante de qualquer problema

Tu és conhecido pelo futebol e pelo carnaval em grande escala, mas também podemos mostrar ao mundo o teu São João, os festivais folclóricos, gastronômicos, os teus Centros de Tradições gaúchas, o teu turismo, Podemos contar da culinária que é incrível e tem sabores, cheiros e gostos muito peculiares. Dos festivais literários, dos vários ritmos da música, da tua fé  da religiosidade   e tantas, tantas, tantas  coisas mais

Uma coisa é verdade, Brasil tu deixas saudades pra quem passa por aqui , tu deixa saudades pra quem se foi daqui.

 

 

 

Eu sei, Rubem Alves já disse que cada um vê o mundo de onde põe o pé

Pra mim,

Ainda estamos tentando conquistar a liberdade com braço forte, mas somos  Gigante pela própria natureza

Teu risonho lindos campos tem mais flores

Nossos  bosques tem mais vida e nossa vida  no teu seio mais amores.

Ah meu Brasil brasileiro.

 Minha Terra adorada!


https://www.youtube.com/watch?v=PTlLwFomhrc&t=291s

 


terça-feira, 16 de junho de 2020

Ler no aconchego do lar


O pequeno mundo que se encontra ao nascer é o mesmo em qualquer parte;
ele apenas se amplia, caso se consiga ir embora em tempo de onde se deve sair,
fisicamente ou com a imaginação.

Nesse pequeno mundo que é o lar, se aprende o fundamental sobre a vida. Sem quadro negro, sem carteiras ou uniformes. Quase por osmose, sem que ninguém perceba como ou a que horas, entre rotinas e sobremesas, entre o que é dito e o que não é dito, as quatro paredes da casa são a primeira imagem do mundo. Os valores, as atitudes, os modos de ser, de sentir e de pensar, a maneira de olhar, têm suas raízes nessa primeira escola onde, felizmente, ainda não chegaram as inovações da tecnologia educacional.
É realmente uma sorte. Nas casas não se fala em objetivos, ou metodologias, também não se avaliam regularmente resultados, nem se fazem relatórios. Vive-se, apenas. E é nesse fluir da vida, sem planejamento, onde as pessoas crescem. A escola tem muito a invejar desse sistema pedagógico, onde tudo acontece de forma mais espontânea e mais real. Sem compartimentalizações, nem disciplinas separadas, sem horas atribuídas para esta ou aquela habilidade. Por isso, falar de leitura em casa é falar de muitas coisas ao mesmo tempo.
Em primeiro lugar, não parece muito apropriado esse novo rótulo tão na moda de “promoção da leitura” para o que é feito em casa. Não penso que nos lares se faça nenhum tipo de promoção. O termo, emprestado do jargão comercial, tem um viés quantitativo suspeito. Desde sempre existiram lares com pais, mães, avós, tios ou mães de leite que semearam nas crianças o amor pelas histórias e pelos livros. Duvido que eles o tenham feito de propósito, seguindo objetivos predeterminados… O mais provável é que só quisessem passar um bom tempo, ou domar as pequenas feras que costumam ser as crianças, para que ficassem quietas alguns minutos. As duas intenções são, em si, maravilhosas. Porque desfrutar simplesmente do prazer de uma história, ou confiar no poder hipnótico das palavras, é acreditar de cara na leitura.
Essa crença não se aprende nem em oficinas, nem em livros especializados, ainda que estejam tão na moda hoje palestras e conversas de orientação para pais. As crenças se têm ou não se têm e isso nos remete ao ciclo infinito de vida, às infâncias dos que agora somos pais e à dos nossos pais e, assim por diante, na memória coletiva. Indagando nossos sentidos e sentimentos, podemos encontrar nossas próprias ideias para que as crianças se aproximem aos livros em casa.
À primeira vista pode-se pensar que nego a possibilidade de mudar o que já está dado ou de sair de uma “estrutura familiar”, o que soa muito pessimista, principalmente se considerarmos que na América Latina apenas uma minoria cresceu em ambientes próximos do livro. Mas não é esse o sentido. O que proponho é partir de uma busca pessoal, começando pelo começo, que somos nós, e não pelo fim, que são as crianças. Porque somos os adultos, com nossas leituras e nossas palavras – inscritas muito antes de sermos pais –, o texto primordial de leitura que as crianças enfrentam.
As canções de ninar e as músicas, os contos que outros escreveram em nós quando éramos crianças, trava-línguas, magias, lendas e todos os trocadilhos que fazem parte da tradição oral, são os textos de leitura mais ricos na primeira infância. Quem não se lembra de algum? Um vagarinho, vagarinho, fecha o olho no seu ninho ou qualquer uma dessas histórias contadas com os dedos das mãos… No campo ou na cidade, agora ou há vinte, ou cinquenta anos a infância tem seus próprios textos de leitura. E uma das vantagens de ser pai é que podemos nos dar ao luxo de recriar o nosso próprio repertório. Basta procurar na memória, perguntando aqui e ali do que gostávamos mais, essas fórmulas para começar e terminar as histórias que nos levam de volta ao tempo mítico do “Era uma vez, muitos anos atrás…”.
Todos temos o poder de nos tornarmos contadores de histórias, malabaristas e trovadores com nossos próprios filhos. Nossas histórias, nossas músicas – afinadas ou não –, nossas vozes e nossos tons podem ser mais interessante do que qualquer outro texto. Porque falam de nossas origens, porque vinculam as palavras com os afetos mais próximos. Porque nomeiam os medos e conjuram as sombras e estabelecem outro tipo de comunicação mais estreita, mais significativa e autêntica que a que normalmente costuma se dar na vida escolar. Por conhecer os interesses, os medos e as características de cada um dos seus filhos melhor do que ninguém no mundo, os pais são os mais capazes de revelar os mistérios que encerram as palavras. Esses mistérios que constituem a essência do prazer pela leitura.
Naturalmente, nem tudo se resume a boas intenções. São necessários alguns ingredientes. Primeiro, tempo. Um tempo ritual, longe das pressões cotidianas, para conceder um outro espaço à palavra. Além de sua função informativa e instrumental, as palavras permitem viajar, sonhar, desejar, acariciar, cantar e expressar. Uma história antes de dormir, todas as noites, ou uma conversa depois do jantar em família, ou um livro apaixonante lido aos poucos, conferem às palavras poderes mágicos e as vinculam à leitura como prazer.
Mas, além de tempo, precisamos de uma atitude diferente, aberta ao diálogo e ao encontro com tudo o que as crianças querem dizer. Ouvi-los para permitir que expressem seu mundo, suas fantasias, suas histórias, suas opiniões, seus acordos e desacordos. Respeitar seus argumentos e ajudá-los a formar seus critérios, que não precisam ser os nossos. Alimentar seus pontos de vista, oferecer-lhes referências culturais, estimular a sua imaginação e criatividade, tudo isso é o trabalho dos pais na formação de novos leitores.
Para enfrentar esses desafios, voltamos ao ponto de partida: são necessários pais leitores, assíduos frequentadores de bibliotecas e livrarias, à procura de material para alimentar os sonhos de seus filhos. E são necessários pais, não só para que eduquem pelo exemplo, mas para transmitir por osmose uma ideia de leitura mais vital e menos acadêmica. Pais que aguardam ansiosamente o jornal da manhã e mães que roubam tempo de suas tarefas diárias para se dedicar ao livro favorito. Pais que além de presentear com brinquedos, presenteiam com livros. Mães que podem encontrar nas páginas de um livro os melhores segredos da cozinha ou das plantas, a melhor história para compartilhar em voz alta com seus filhos ou a magia mais poderosa para fazer dormir o seu bebê.
Ao encontrar esses e muitos outros segredos da leitura, se aprende em casa, e que o que está em jogo não é o número de exemplares que possa ter a biblioteca paterna, nem os diplomas universitários que estão pendurados nas paredes. É muito mais fácil e mais barato do que isso. É compartilhar uma certa fé nas palavras. É acreditar no valor da linguagem para enriquecer a experiência, para criar e recriar o mundo. É deixar uma porta aberta para que os livros e as palavras se instalem confortavelmente no sofá e ocupem um lugar importante na vida cotidiana.


TRADUÇÃO: DOLORES PRADES

* Texto publicado em www.espantapajaros.com
Augusto Monterroso Bonilla (1921 – 2003), escritor e contista nascido na Guatemala, destacou-se por seus relatos breves.

Conversando sobre a Volta as aulas

Um convite a Leitura e Reflexão   https://www.youtube.com/watch?v=yyA7wwEzOXc&t=120s