domingo, 6 de fevereiro de 2011

A Abelha Chocolateira


Era uma vez uma abelha que não sabia fazer mel.- Mas você é uma operária! - gritava a rainha - Tem que aprender.Na colméia havia umas 50 mil abelhas e Anita era a única com esse problema. Ela se esforçava muito, muito mesmo. Mas nada de mel...Todos os dias, bem cedinho, saía atrás das flores de laranjeira, que ficavam nas árvores espalhadas pelo pomar. Com sua língua comprida, ela lambia as flores e levava seu néctar na boca. O corpinho miúdo ficava cheio de pólen, que ela carregava e largava, de flor em flor, de árvore em árvore.Anita fazia tudo direitinho. Chegava à colméia carregada de néctar para produzir o mais gostoso e esperado mel e nada! Mas um dia ela chegou em casa e de sua língua saiu algo muito escuro.- Que mel mais espesso e marrom... - gritaram suas colegas operárias.- Iac, que nojo! - esbravejaram os zangões.Todo mundo sabe que os zangões se zangam à toa, mas aquela história estava ficando feia demais. Em vez de mel, Anita estava produzindo algo doce, mas muito estranho.- Ela deve ser expulsa da colméia! - gritavam os zangões.- É horrorosa, um desgosto para a raça! - diziam outros ainda.Todas as abelhas começaram a zumbir e a zombar da pobre Anita. A única que ficou ao lado dela foi Beatriz, uma abelha mais velha e sábia.Um belo dia, um menino viu aquele mel escuro e grosso sobre as plantas próximas da colméia, que Anita tinha rejeitado de vergonha. Passou o dedo, experimentou e, surpreso, disse:- Que delícia. Esse é o mais saboroso chocolate que eu já provei na vida!- Chocolate? Alguém disse chocolate? - indagou a rainha, que sabia que o chocolate vinha de uma fruta, o cacau, e não de uma abelha.Era mesmo um tipo de chocolate diferente, original, animal, feito pela abelha Anita, ora essa, por que não...Nesse momento, Anita, que ouvia tudo, esboçou um tímido sorriso. Beatriz, que também estava ali, deu-lhe uma piscadela, indicando que tinha tido uma idéia brilhante.No dia seguinte, lá se foram Anita e Beatriz iniciar uma parceria incrível: fundaram uma fábrica de pão de mel, juntando o talento das duas para produzir uma deliciosa combinação de mel com chocolate.
Moral da história: as diferenças e riquezas pessoais, que existem em cada um de nós, são singulares e devem ser respeitadas.
Fábula de Katia Canton*,

Provinha Brasil

Provinha Brasil está disponível no portal software públicoAutor: Portal software público
Data: 3/2/2011




A prefeitura de Guarulhos lançou durante a VII Conferência Latinoware o software Provinha Brasil. A solução, criada em consonância com os objetivos do Plano de Desenvolvimento da Educação-PDE do MEC, oferece uma avaliação diagnóstica aplicada aos alunos matriculados no 2º Ano do Ensino Fundamental.
A solução auxilia professores e gestores escolares, pois atua como um instrumento de análise do nível de alfabetização dos alunos, permitindo a correção e reorientação da aprendizagem em leitura e escrita, melhorando a qualidade da alfabetização e do letramento inicial oferecido às crianças. Essa avaliação diferencia-se das demais que vêm sendo aplicadas ultimamente, pois se trata de um instrumento pedagógico sem finalidades classificatórias.
Para os cadastrados no Portal SPB basta acessar a comunidade diretamente pelo endereço http://migre.me/3O4lc. As pessoas que não participam do Portal SPB devem se cadastrar no endereço http://www.softwarepublico.gov.br/.
Em Guarulhos, a aplicação da Provinha Brasil ocorre desde 2008. No primeiro ano de aplicação, as escolas enviaram os gabaritos dos testes do primeiro e segundo semestres para a Secretaria de Educação. Após o trabalho de alguns meses, essas respostas foram inseridas em um banco de dados e iniciou-se um processo de confecção de relatórios com esses dados.
Em 2009 houve uma melhoria nítida no processo de aplicação da Provinha. Tal avanço foi nitidamente percebido pela rede, pois o relatório da primeira fase do teste de 2009 foi entregue às escolas junto com o relatório dos dois testes de 2008. Esse progresso no tempo de confecção dos relatórios ocorreu porque a Prefeitura de Guarulhos, por meio da Secretaria de Educação, desenvolveu um Sistema on-line para inserção e armazenamento das respostas da Provinha.
A Secretaria de Educação organizou o desenvolvimento do software e ainda se responsabilizou pelo suporte, manutenção, atualização e aprimoramento contínuo do mesmo. A equipe escolar ficou responsável pela inserção das respostas de cada aluno e das observações descritivas dos educadores que acompanham esses alunos no processo ensino-aprendizagem.
Dessa forma, o sistema Provinha Brasil facilitou o tratamento dos dados, viabilizando a produção de relatórios que, ao subsidiar ações pedagógicas, são capazes de unir a Secretaria de Educação, a Equipe Escolar, os pais e alunos, no objetivo maior de buscar a qualidade da educação fundamental.

Ipea

Ipea confirma em números o que Undime já defende há tempos: investimento em educação é sinônimo de crescimento econômico
Data: 3/2/2011



O Ipea, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada divulgou o Comunicado número 75 sobre os investimentos sociais do país. E os números ratificam o que a Undime, por meio do presidente da entidade, professor Carlos Eduardo Sanches, vem dizendo. A melhor maneira de se fazer um futuro livre da desigualdade social é o investimento na educação. Segundo o IPEA, cada R$1,00 gasto com educação pública gera R$1,85 para o Produto Interno Bruto pelo simples processo de multiplicação da renda que esta atividade propicia.
O estudo do Ipea demonstrou, portanto, que em relação à multiplicação do PIB, o investimento em educação tem o melhor resultado. Em comparação, invetimento de R$1,00 em produtos agropecuários ou oriundos da indústria extrativa de minérios que são exportados gera R$1,4 de PIB para o país. No caso das transferências monetárias, o maior multiplicador do PIB e da renda das famílias pertence ao programa Bolsa Família. Para cada R$1,00 gasto no programa, o PIB aumentará em R$1,44 e a renda das famílias em 2,25%, após percorrido todo o circuito de multiplicação de renda na economia.
A explicação do Instituto para que o investimento na educação faça crescer tanto o PIB é o número de atores envolvidos no setor. Além disso, os efeitos da educação são sentidos sensivelmente  nos setores-chave da economia. A lógica é simples. Se a criança aprende a escrever, ler e interpretar textos corretamente, por exemplo, vai ter mais facilidade para passar de série e ser um boa candidata no mercado de trabalho futuro. Além disso, para que ela chegue ao estágio final, será necessário passar por várias etapas e, consequentemente, deixar investimento, direta ou indiretamente, pelo caminho. “O gasto na educação não gera apenas conhecimento. Gera economia, já que ao pagar salário a professores aumenta-se o consumo, as vendas, os valores adicionados, salários, lucros, juros”, explicou o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão.
Veja aqui as tabelas detalhadas do estudo do Ipea

Estados e municípios devem cadastrar dados sobre educação


Data: 28/1/2011


O programa do Siope já está disponível. Leia a matéria e verifique como informar os dados do seu orçamento municipal da educação ao FNDE




Já está disponível para download e transmissão via Internet o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) 2010. A partir de 20 de janeiro até 30 de abril, os gestores das secretarias municipais de educação devem transmitir ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), responsável pelo Siope, os dados relativos a 2010. O prazo final para as secretarias estaduais de educação enviarem suas informações é no dia 31 de maio.
O Siope coleta, processa e torna públicas as informações referentes aos orçamentos de educação da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, com o objetivo de dar transparência aos investimentos em educação no país. O preenchimento em dia do sistema é condição para que estados e municípios possam celebrar convênios com órgãos federais e receber transferências voluntárias da União.
Se o estado ou município não investir no mínimo 25% do seu orçamento total em manutenção e desenvolvimento do ensino, o FNDE envia, automaticamente, um comunicado aos tribunais de contas estaduais e ao Ministério Público informando o não cumprimento da lei.
Indicadores – “No Siope, os gestores têm à sua disposição indicadores educacionais do seu município, que podem auxiliá-los no planejamento das ações e na melhor gestão dos recursos”, diz o coordenador Paulo Cesar Malheiro. Entre os dados, estão os números sobre repetência, evasão e gastos por aluno, que fornecem uma fotografia de como está a gestão. Além disso, há também indicadores legais e financeiros.
Caso o estado ou município precise retificar ou alterar os dados do Siope 2010, deverá encaminhar justificativa técnica por meio do Siope Fale Conosco, disponível na página do sistema na Internet.
Senha – Para fazer a transmissão, o gestor deve usar a mesma senha do ano passado. Em caso de extravio ou bloqueio da senha, um novo código pode ser solicitado, conforme descrito em senha de transmissão.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Calendário e Cartaz de aniversário


painel criativo

Novidades... Jacirinha

Vitor Henrique Paro

"...a democratização da gestão escolar, como objetivo de uma política educacional que mereça esse nome, se dará na medida em que a administração na escola básica, tanto em suas atividades-meio quanto em suas atividades-fim, se fizer de fato como
mediadora para a busca de fins democráticos e educativos."

assisti a palestra  e recomendo!


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Finalmente...

Portal Aprendiz, 01/02/2011
MEC deve elaborar ''expectativas de aprendizagem'' para cada série do fundamental
Sarah Fernandes
O Ministério da Educação (MEC) deve realizar consultas públicas nacionais para elaborar “expectativas de aprendizagem” para cada série ou bloco do ensino fundamental. A proposta é fixar o que seria ideal que os alunos aprendessem em cada etapa, para que as escolas elaborem seus currículos a partir desse levantamento. A ideia está prevista nas novas diretrizes nacionais para o ensino fundamental, aprovadas pelo MEC em dezembro do último ano. O documento não traz prazo para realização da consulta pública. A proposta era atualizar as últimas diretrizes, em vigor desde 1998, tomando como ponto de partida o ensino fundamental de nove anos.
“As expectativas de aprendizagem vão dizer o que uma criança tem o direito de aprender em uma determinada etapa”, explica o relator das novas diretrizes, Cesar Callegari, que é membro do Conselho Nacional de Educação (CNE). Cada escola fica responsável por determinar se trabalhará as expectativas por séries ou blocos de séries. Ela também fica responsável por elaborar seu currículo, a partir das expectativas de aprendizagem, garantindo a participação dos pais e da comunidade.
“O currículo não é uma receita, mas uma construção coletiva, por isso os pais e a comunidade devem ser protagonistas”, avalia Callegari. “Com isso, podemos quebrar a tendência que o conteúdo dos exames oficiais paute o currículo e inverter essa lógica”. Apesar  de ser prevista uma consulta pública para elaborar as expectativas, as novas diretrizes sugerem que os três primeiros anos do ensino fundamental sejam um ciclo, que não possa ser interrompido. Quando chegar ao terceiro ano, a criança, com então oito anos completos, já deverá estar alfabetizada. “Queremos assegurar a alfabetização e o letramento nos três primeiros anos porque é um direito da criança aprender a ler e a escrever nesse período. Isso vai interferir no seu sucesso escolar”, avalia o relator. “Esse ciclo não pode ser interrompido, o que não significa que somos a favor da progressão continuada. O que queremos assegurar é o desenvolvimento natural da aprendizagem para a alfabetização até os oito anos”.

Novo Piso Salarial 2024

  A luta está em torná-lo  real no holerite dos profissionais