segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Deficiências...

"Deficiente"
É aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco"
É quem não procura ser feliz.
"Cego"
É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
"Surdo"
É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.
"Mudo"
É aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico"
É quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético"
É quem não consegue ser doce.
"Anão"
É quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

"Miseráveis" são todos que não conseguem enxergar a grandeza de Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre." 

Atribuído a Mário Quintana , quem conhecer o nome do autor favor informar

Algumas ervas para Educação



Ao iniciarmos o ano letivo, tivemos um momento de reflexão sobre fala do autor Celso Antunes, que ressaltou sobre as ervas para a educação.
Essas ervas são:
1) Gestão;
2) Professor;
3) Aluno;
4) Formação continuada do pessoal de apoio escolar;
5) Envolvimento dos pais , a comunidade e a escola;
6)Processo de avaliação.
Ao citar essas seis ervas o autor destacou que não existe uma ordem de importância, mas sim que todas são importantes, independente da sua ordem.
Como falar de educação e não fala de GESTÃO, a gestão escolar é aquela que administra/coordena/ organiza e que tem a educação como um feto sendo gerado dia-a-dia.
O Professor outra erva para que a educação seja transformadora e analítica, ele é quem conduz e ninam a educação em seus braços como filhos carentes de tantas necessidades.
O Aluno, não existe EDUCAÇÃO sem aluno, através desses indivíduos trabalhamos para uma nova sociedade e esperamos que no final do ano pudéssemos ter realizado algo de bom!
O Pessoal de apoio devemos oferecer  formação continuada e todo recurso pedagógico possível , pois eles devem sentir fazer parte do processo educacional,eles são além do suporte, eles são parte da educação.
A Família, como envolver a família? A escola precisa reagir, ou seja, toda ação tem reação, para estar, mas perto do educando e de seus familiares a família é a base para uma educação transformadora e dialética.
O Processo avaliativo é uma erva que sente até que ponto devemos ir, onde estamos? Para onde queremos ir? Estamos agindo certo? Entre outras interrogações.
É claro que precisamos de outras ervas, como: recursos, salários dignos, reconhecimento, entre outros...
O importante é estarmos sempre com a luz, ou seja, o brilho de fazer parte do processo educacional para um futuro de igualdade em busca do fruto do conhecimento.
Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. “Contra estas coisas não há lei” Gálatas 5.22


Ass: Carla Magalhães
Professora da rede municipal de ensino de Hortolândia.

domingo, 28 de agosto de 2011

Um Bicho Diferente...


Sempre Mafalda


Tudo Bem Ser Diferente...





























Pensando a diversidade no dia a dia...



É importante pensarmos na diversidade existente no mundo e principalmente naquela que está pertinho de nós, na nossa sala de aula. Acreditando que seja importante trabalharmos a diversidade diariamente, construindo identidades raciais e de gênero positivas, além de estimular o respeito às diferenças. Utilizar materiais diferentes para o trabalho como: livros, CDs, DVDs, brinquedos e instrumentos musicais.Ana Rita Martins em seu artigo Diversidade Sempre na revista Nova Escola escreve que preconceitos, rótulos, discriminação são inevitáveis. Desde muito cedo, os pequenos estram em contato com esses discursos negativos. Para que eles saibam lidar com a diferença com a diversidade e não apenas em projetos com duração definida ou em datas comemorativas, como ainda é habitual em vários lugares. Outra recomendação importante é que a questão não seja tratada como um conteúdo específico, mas sim abordada de forma natural, inserindo o tema em práticas diárias, como brincadeiras, leitura e música, pois " O convívio cotidiano é a forma mais eficaz de trabalhar comportamentos e atitudes" diz Daniela Alonso, psicopedagoga. É importante a escola adquirir materiais didáticos que valorizem as diferentes raças, pessoas com deficiências físicas e mental e mostrem meninos e meninas em situação de igualdade. Ao comprar instrumentos musicais, contemple os de diversas culturas. Se a turma estiver em fase de alfabetização o Guia Nacional de Livros Didáticos, do MEC é a melhor referência, pois ele garante que as obras recomendadas não contêm discriminação.

Para saber mais: 

Trabalhando a Diferença na Educação Infantil, Valter Roberto Silvério, 127 págs., Ed Moderna.internet: Guias de Livros Didáticos PNDL 2008 do Ministério da Educação emwww.fnde.gov.br/home/index.jsp/=livro_didático.htm#guia

sábado, 27 de agosto de 2011

STF publica acórdão sobre piso nacional do magistério


LEI CONSTITCIONAL


O Supremo Tribunal Federal publicou, nesta quarta-feira (24/8), o acórdão que declarou constitucional a Lei 11.738/08, que cria o piso salarial nacional dos professores da rede pública. O texto foi questionado em Ação Direta de Inconstitucionalidade impetrada pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceará e Mato Grosso do Sul. O recurso foi negado pelo Supremo no fim de abril deste ano.


A lei estabelece que todos os professores da rede pública de ensino com formação de nível médio devem ter piso salarial de R$ 1.187 e carga horária máxima de 40 horas semanais. Quando a lei foi aprovada, os cinco estados questionaram sua constitucionalidade, além de alegar que as prefeituras não teriam dinheiro para pagar os novos salários.


Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) aponta que 17 estados não pagam aos professores o mínimo já estabelecido em lei. Estados e municípios podem pedir ao Ministério da Educação empréstimos para completar a verba destinada ao pagamento de professores. Para conseguir, precisam provar que investem 25% de suas receitas em educação. Não há levantamento sobre o pagamento nas redes municipais


O STF, no entanto, afirmou que os novos valores devem ser encarados como vencimento básico, sem gratificações e outros adicionais. Quando a ADI foi impetrada, professores de 21 estados foram às ruas protestar e pedir a aprovação lei.


PublicaçõesApesar de a ADI ter sido negada pelo Supremo em 27 de abril, o acórdão só foi publicado nesta quarta. A publicação coincide com a veiculação de uma reportagem da Folha de S. Paulo.


O jornal conta que o ministro da Educação, Fernando Haddad, e o advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, se encontraram com o ex-presidente Lula em São Paulo. Diz o texto que Lula convocou os dois ministros a sua ONG, o Instituto Cidadania, para cobrar motivos para que a Lei 11.738, postulada por ele em 2008, ainda não havia entrado em vigor.


Segundo declaração do ministro Haddad à Folha, Lula é constantemente cobrado por entidades sindicais e exigiu explicações sobre o piso nacional do magistério. Com informações da Agência Brasil.


Revista Consultor Jurídico, 24 de agosto de 2011

25/8/2011 - STF publica acórdão sobre piso salarial do magistério



Não há mais desculpas para descumprimento da Lei 11.738

A decisão (acórdão) do Supremo Tribunal Federal, publicada no Diário da Justiça de 24 deagosto de 2011, sobre o julgamento de mérito da ação direta de inconstitucionalidade (ADIn4.167), torna inconteste qualquer opinião que desafie a constitucionalidade e a aplicaçãoimediata da Lei 11.738 (Piso do Magistério), sobretudo quando observados osesclarecimentos do Tribunal na ementa da decisão, assim dispostos:


1. Perda parcial do objeto desta ação direta de inconstitucionalidade, namedida em que o cronograma de aplicação escalonada do piso de vencimento dosprofessores da educação básica se exauriu (arts. 3º e 8º da Lei 11.738/2008).


2. É constitucional a norma geral que fixou o piso dos professores do ensino médiocom base no vencimento, e não na remuneração global. Competência da Uniãopara dispor sobre normas gerais relativas ao piso de vencimento dos professoresda educação básica, de modo a utilizá-lo como mecanismo de fomento ao sistemaeducacional e de valorização profissional, e não apenas como instrumento deproteção mínima ao trabalhador.

3. É constitucional a norma geral que reserva o percentual mínimo de 1/3 dacarga horária dos docentes da educação básica para dedicação às atividades extraclasse.

Ação direta de inconstitucionalidade julgada improcedente. Perda de objeto declarada emrelação aos arts. 3º e 8º da Lei 11.738/2008.

Em suma: o acórdão declara a Lei do Piso totalmente constitucional e reforça as orientações da CNTE condizentes à sua correta aplicação, recentemente divulgadas no jornal mural especial sobre o PSPN.

Sobre a possibilidade de, nos próximos cinco dias, algum gestor público interpor embargos de declaração à decisão do STF, alegando possíveis obscuridades, contradições ou omissões no acórdão, a CNTE esclarece que essa ação (muitas vezes protelatória, e única possibilidade de recurso ao julgamento) não suspende a eficácia da decisão. Ou seja: a Lei11.738 deve ser aplicada imediatamente.

Importante reforçar que, para quem deixar de vincular (no mínimo) o piso nacional aos vencimentos iniciais de carreira, os sindicatos ou qualquer servidor deverão ingressar comReclamação no STF, bem como denunciar os gestores, descumpridos da Lei, por improbidade administrativa.


Em relação à hora-atividade, a falta de eficácia erga omnes e de efeito vinculante à decisãonão dispensa o gestor público de observá-la à luz do parágrafo 4º do art. 2º da Lei 11.738,uma vez que o dispositivo foi considerado constitucional pelo STF. Nestes casos, a cobrançado cumprimento da Lei deverá ocorrer perante o judiciário local.

(Por ROBERTO FRANKLIN DE LEÃO/Presidente da CNTE)
fonte: http://www.sinte-sc.org.br/?FamilyID=Noticias&ler=2582011163017

Legislação - Educação



EDUCAÇÃO INFANTIL - Resolução CNE/CEB nº 5, de 17 de dezembro de 2009

Fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. De 17/12/2009.
Clique para acessar. 






Convite

O  PÓLO  3  DO  “FÓRUM  REGIONAL  DE  EDUCAÇÃO  INFANTIL  DO  ALTO
VALE DO ITAJAÍ- FREIAVI  (Agrolândia, Braço do Trombudo, Pouso Redondo
e Trombudo Central) 
Promovem  a Mini Conferência com o tema:  Diversidade.

LOCAL: Câmara de Vereadores de Trombudo Central (Centro)
DATA: 30 de agosto de 2011
HORARIO: 18h e 45 min
Programação 
  18h e 45 min – Café 
  19h – Abertura 
  19h e 15 min – Dinâmica de Apresentação.
  19h  e  30  min  –  Estudo,  debate  e  reflexões    sobre  o  tema  em  consonância com a  resolução   nº 5, de 17 de dezembro de 2009 que fixa as novas diretrizes curriculares para a educação infantil.
  20h e 30 min – Formação de grupos para  fazer  análise  e  apresentação  de  pontos
positivos  e  sugestões  sobre  o  tema  debatido. 
  21h – Observação de  trabalhos  realizados  sobre o tema (Troca de Experiência)
  21h e 30 minEncerramento.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Coordenador pedagógico também precisa de formação continuada



Algumas Secretarias de Educação já oferecem tutoria e cursos específicos aos responsáveis pela formação da equipe docente

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Carmem usa a estratégia de filmar as aulas, aprendida durante formação de coordenadores, para aprimorar a prática pedagógica. Foto: Gustavo Lourenção
EM AÇÃO Carmem (com a filmadora) usa a estratégia de filmar as aulas, aprendida durante formação de coordenadores, para aprimorar a prática pedagógica
Ter competência para desenvolver o seu papel e buscar aperfeiçoamento constante são as principais características de um bom coordenador pedagógico. E é a Secretaria de Educação que deveria se responsabilizar pela sua formação. Essa é a opinião dos próprios coordenadores pedagógicos, segundo apurou o estudo da Fundação Victor Civita que traçou o perfil desse profissional. Contudo, não é isso que acontece em boa parte do país: 38% dos entrevistados afirmam receber capacitação da Secretaria e 36% procuram por si mesmos meios de se atualizar e estudar, lendo livros e revistas especializadas, frequentando cursos e palestras e navegando na internet (veja gráficos abaixo).

''Além de haver pouca oferta, o que existe deixa a desejar'', afirma Eliane Bambini Gorgueira Bruno, professora da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). É comum as Secretarias convocarem os coordenadores para as mesmas palestras e oficinas destinadas aos professores - o que às vezes é necessário, mas está longe de ser o suficiente. A formação continuada do coordenador tem de prever uma orientação constante no local de trabalho, nos moldes de uma tutoria, e permitir a troca de experiência entre os pares. ''As redes devem ter uma equipe de supervisores e cada um se responsabilizar pelo acompanhamento de um grupo de formadores'', defende Cybele Amado, do Instituto Chapada de Educação e Pesquisa (Icep), da Bahia. Somente com essa combinação, é possível identificar as necessidades da função e trabalhar os conteúdos indispensáveis a todos que estão no cargo (leia o quadro da página três).

Essa receita já é usada por algumas Secretarias de Educação, como a de São José dos Campos, a 95 quilômetros de São Paulo. ''Os orientadores pedagógicos das escolas, que é como chamamos os coordenadores, têm o acompanhamento dos orientadores da Secretaria. Há também o trabalho das equipes de referência, formada por quatro membros - um supervisor de ensino e três especialistas (um nos anos iniciais do Ensino Fundamental, outro nos anos finais e um terceiro em inclusão. Cada uma é responsável por cinco escolas'', conta Márcia Suení Cintra, coordenadora pedagógica do Ensino Fundamental da Secretaria Municipal de Educação.

Foi graças a tal estratégia que Carmen Lúcia Silveira Cruz Fiebig, coordenadora pedagógica da EMEF Professora Ana Berling Macedo, diz ter aprimorado as ferramentas de trabalho. Há dez anos na função, ela aprendeu recentemente a fazer a tematização da prática e começou a utilizá-la com os docentes. ''Já analisava com os professores as atividades desenvolvidas em sala de aula com base na teoria, utilizando para isso a produção dos alunos. Em todo o processo de formação continuada, aprendi outro procedimento: a gravação em vídeo das aulas'', afirma Carmen, Com mais esse instrumento - que permite visualizar a interatividade dos alunos com as propostas, os colegas e a professora -, a reflexão ficou mais rica. ''Fiz o trabalho por etapas, pois para implantar a tematização é fundamental, antes, ter a confiança de toda a equipe e estabelecer uma boa parceria com ela.''

Quem deveria se responsabilizar pela formação do coordenador
Secretaria da Educação
Situação ideal
Na realidade
64
38
Diretor da escola/vice-diretor/adjunto/assistente de direção
17
25
Consultores/especialistas ligados à Secretaria
14
11
Eu mesmo procuro me atualizar e estudar
5
36
Universidades
-
1
Como você se atualiza?
Leio livros ligados a assuntos pedagógicos74%
Leio revistas especializadas em Educação63%
Participo de cursos/palestras ligados à Educação62%
Navego na internet, em sites de Educação61%
Navego na internet, em sites de notícias em geral32%
Leio revistas e jornais de notícias em geral28%
Discuto com meus colegas coordenadores ou com professores21%
Leio livros de interesse geral (romances, biografias, livros-reportagem)16%

Ministro da Educação virá à Câmara discutir ensino de música


26/08/2011 16:40


A Comissão de Educação e Cultura vai realizar audiência pública com o ministro da Educação, Fernando Haddad, para discutir a regulamentação da Lei 11.769/08, que obriga o ensino da música na educação básica.

A iniciativa do debate, que ainda não tem data marcada, é da deputada Alice Portugal (PCdoB-BA). Ela lembra que, de acordo com a lei, a partir de 2012, todas as escolas serão obrigadas a incluir o ensino de música em seus currículos.
Na opinião da deputada, apesar de o prazo estar praticamente vencendo, o Ministério da Educação, o Conselho Nacional de Educação e o Poder Legislativo pouco fizeram para assegurar o disposto na lei.
Convidados
Também serão convidados para a audiência o presidente do Conselho Nacional de Educação, Antônio Carlos Caruso Ronca; a presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, Cleuza Rodrigues Repulho; a diretora do Instituto Sol da Liberdade, Daniela Mercury; e a presidente da Associação Brasileira de Educação Musical, Magali Kleber.
Da Redação/ RCA

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