quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Animais feitos em CD's reciclados - porta lápis, porta pincéis, ponteiras, lembrancinhas

Quer fazer lembrancinhas de animais reciclados com CD's?
Fica aí a dica de idéias originais para lembrancinha para o Dia das Crianças e Dia dos Animais: porta lápis, porta pincéis, ponteiras... todos reciclados com CD's!

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

MINISTRO SAI DO CARGO SEM GRANDE MARCA




Sua gestão, no entanto , consolidou o Enem e criou programas para melhoria do ensino

Fonte: Globo (RJ)


Após dois anos , o ministro da Educação, Aloizio Mercadante , sairá do cargo sem uma grande marca de sua gestão , embora tenha atuado em diversas frentes e consolidado o Exame Nacional do Ensino médio (Enem), até então uma fon te de dor de cabeça para o governo.
Numa área em que qualquer política demora a surtir efeito , Mercadante nunca escondeu a pressa por resultados . Deixar á como legado uma série de programas e ações que prometem melhorar o Ensino , mas engatinham e ainda estão longe de mudar a realidade . É o caso do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, para que toda criança aprenda a ler até os 8 anos , e um programa de incentivo à aprendizagem de matemática e ciências no Ensino médio.
A ideia de mexer no currículo, porém, não saiu do papel. A primeira medida anunciada logo depois da posse foi a distribuição de tablets para Professor es da rede pública de Ensino médio. Os aparelhos foram comprados , mas questões estruturais do magistério , como a aplicação da lei do piso salarial da categoria, permanece indefinida: sob pressão de prefeitos e governadores, o governo tenta mudar a fórmula de reajuste que tem aumentado salários acima da inflação. Enquanto isso, o MEC evita até mesmo anunciar o novo valor para 2014. Mercadante sairá também sem que o Congresso tenha aprovado o Plano Nacional de Educação, conjunto de metas para os próximos dez anos.
Mercadante viu o orçamento do MEC crescer 28% entre 2011 e 2013. A destinação dos royalties do pré sal para a Educação, uma das bandeiras do ministro, injetará mais recursos nas próximas décadas. Foi sob a gestão dele que a Lei de Cotas entrou em vigor . Um programa que cresce é o Prontec, que oferece formação profissional a estudantes e trabalhadores. Mercadante estimulou a expansão dos cursos de Medicina e mudou a lógica de aber tura de faculdades, comprando briga com o setor privado.
A partir de 2014, só serão autorizados cursos em municípios indicados pelo MEC. Novas regras para as faculdades de Direito também estão em elaboração. O ministro não estará mais no MEC quando virarem realidade. 

EDUCAÇÃO NA MÍDIA


 
22 de janeiro de 2014



NA SAÍDA DE MERCADANTE, MEC ELEVA PISO EM 8% E PROFESSORES RECLAMAM

Docentes esperavam de 13% a 15% e, agora, acusam ministério de maquiar dados para o cálculo. Categoria afirma que fará greve de 3 dias em março; aumento varia conforme receitas de fundo, diz governo

Fonte: Folha de S.Paulo (SP)


O governo federal definiu em 2014 um reajuste de 8,32% no piso nacional dos Professores da Educação básica e causou atrito com a categoria no momento em que Aloizio Mercadante deixa o Ministério da Educação para assumir a Casa Civil da Presidência. Os Docentes esperavam de 13% a 15%. Agora, acusam o MEC de ter "maquiado" os dados para o cálculo do índice, previsto em lei, como forma de reduzir o impacto nas contas de Estados e municípios --que pressionavam a União por um percentual menor.
Em tese, com o índice, nenhum dos 2 milhões de Professores da rede pública poderá ganhar menos do que R$ 1.697 --hoje são R$ 1.567. A CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) diz, porém, que a grande maioria dos municípios não cumpre a regra. Não há na lei punição prevista.
O Grupo Folha não permite a reprodução de suas matérias

 
Opinião: Petista deixa pasta sem viver crises nem fazer inovações
Fábio Takahashi
Em seu discurso de posse como ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT) disse: "Devemos nos contentar com programas incrementais ou devemos ousar, inovar e dar salto de qualidade? Temos de dar o salto. A hora é agora".
Dois anos depois, o que se sobressai são programas incrementais e melhoria na execução de projetos herdados. Não houve ações estruturantes que atacassem os grandes gargalos, como a baixa qualidade do Ensino médio ou a baixa atratividade do magistério.
O Grupo Folha não permite a reprodução de suas matérias

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Revista Escola Pública





Ano V- Número 36- Dezembro de 2013/janeiro 2014
www.revistaescolapublica.com.br 


Boas práticas

Boas práticas

Do debate à ação


A partir de instrumento de avaliação da educação infantil, rede transforma ensino com definição de seu programa pedagógico, planejamento, participação das famílias e valorização dos professores


Svendla Chaves

Organização e engajamento: esses foram os dois principais trunfos da Secretaria de Educação e Esporte de Trombudo Central (SC) para reformular as práticas de ensino da rede municipal. As mudanças, iniciadas em 2009 na educação infantil, se disseminaram para o fundamental e provam que, com planejamento contínuo das atividades e do envolvimento de profissionais e comunidade, é possível obter bons resultados.

Com 6.900 habitantes e pouco mais de um século de história - a cidade foi fundada em 1904 por imigrantes alemães e austríacos -, Trombudo Central é um município agrícola que hoje tem sua economia ligada também à mineração. A integração regional foi fundamental para a renovação pedagógica posta em prática nos últimos quatro anos. A inspiração surgiu da participação no Fórum Regional de Educação Infantil do Alto Vale do Itajaí (Freiavi), entidade ligada à associação local de municípios e articulada com o Fórum Catarinense de Educação Infantil.

"O tema de estudo no Freiavi em 2009 era o conjunto de Indicadores da Qualidade na Educação Infantil elaborado pelo MEC", conta a coordenadora pedagógica Glaucia Jaqueline Bodemuller Marcelino, que à época estava à frente da educação infantil do município. Os indicadores são um instrumento de autoavaliação que permite às instituições analisar, com a participação da equipe e da comunidade, a qualidade das atividades desenvolvidas. Além da ferramenta, palestras orientaram os participantes do Freiavi. "Essa troca de experiência com outros municípios trouxe um ganho muito importante."

A avaliação institucional englobou aspectos pedagógicos, estruturais e administrativos, com a participação de pais e professores por meio de reuniões realizadas em cada escola. Os indicadores utilizam um sistema de cores, semelhante às do semáforo, para indicar a situação de cada ponto avaliado. "O diagnóstico apontou que nossa rede era vermelha", lembra Glaucia. 

Segundo a secretária de Educação, Cátia Regina Marangoni Geremias, o maior desafio foi ter a coragem de realizar a avaliação. "Ouvimos muita coisa. As principais dificuldades encontradas eram que as creches não tinham currículo definido e os professores não passavam por formação continuada." Outros pontos negativos eram a desmotivação dos professores e a falta de acompanhamento dos pais, que não recebiam avaliações das crianças.

Hora da virada
O ano de 2010 foi decisivo para a renovação da educação infantil trombudense. A avaliação institucional já apontava os aspectos que deveriam ser melhorados e um programa emergencial foi criado para pautar o planejamento pedagógico, de forma a tirar da educação infantil o caráter assistencialista que assumia até aquele momento. O objetivo era oferecer às crianças ações pedagógicas adequadas a cada faixa etária, promovendo seu desenvolvimento por meio de metodologias e práticas intencionais.

"Começamos com encontros mensais de estudo", relata a professora Simone Deves Venturi, do Centro de Educação Infantil Arthur Kroenke, que atende 75 crianças de 4 a 6 anos em período integral na região central da cidade. "A educação infantil passou a ser vista como a primeira etapa da Educação Básica, com um currículo com objetivos e conteúdos para todas as idades", explica Simone. A proposta pedagógica da rede municipal foi construída coletivamente em um processo que durou oito meses, sendo estudada e aprovada por professores e gestores. Também garantiu autonomia às unidades para desenvolver seus projetos e sequências didáticas. 

Além da criação dos Projetos Político-Pedagógicos, que são reavaliados anualmente também com representantes da comunidade, outras ferramentas foram introduzidas no dia a dia das escolas para sanar as carências inicialmente detectadas. Já em 2010 os pais receberam pela primeira vez um documento formal de avaliação de seus filhos menores de 6 anos. O portfólio, como é chamado, serve de registro e avaliação do desenvolvimento da criança. Simone diz que assim a família pode acompanhar a evolução dos pequenos. "Todas as crianças, mesmo os bebês, têm seu portfólio, que conta com fotos e descrição das atividades."

No último ano, um novo instrumento começou a incrementar a relação com as famílias: a Escola de Pais. Criada com o objetivo de sistematizar muitas ações já existentes nos centros educacionais, a iniciativa conjuga as particularidades de cada unidade com o projeto de ensino do município. Em encontros semestrais em formato de reunião ou palestra, as famílias são chamadas a discutir temas relacionados à formação das crianças e adolescentes - a prática se dá também nas escolas do ensino fundamental. 

Simone afirma que é um processo lento fazer os pais acreditarem que a educação infantil não deve ser simplesmente assistencialista, mas acredita que a participação dos pais tem sido crescente. "Realizei em aula uma atividade sobre os avós e sua importância na formação de valores - tivemos quase 100% de participação das famílias." A secretária Cátia Geremias diz que é desafiador chamar a família para a escola em um momento no qual a educação tem sido deixada somente a cargo das instituições de ensino. "Escola e família precisam dar as mãos para promover o desenvolvimento dos alunos."

Reconhecimento 
Outro ponto importante na qualificação da rede tem sido a valorização profissional do magistério. Somados à formação continuada, dois aspectos são considerados como grandes conquistas pelos professores de toda a rede e serviram para motivar seu trabalho: a efetivação da hora-atividade e da avaliação funcional. 

A hora-atividade, correspondente a 20% da carga horária dos professores, saiu da legislação para a prática. Passou a ser garantido aos professores da rede um período inteiro (turno ou dia, conforme regime horário) para formação, planejamento e registro semanal. Em 2014, será elevado a 33% da carga horária. Já a avaliação funcional, prevista no Plano de Carreira do magistério desde 2000, passou a ser realizada em 2010 por meio de comissão estabelecida pelos pares e de registros formais, considerando três níveis de análise: pelos gestores, pelos subordinados e autoavaliação. "Ao final de três anos de avaliação de desempenho, prova de títulos e uma avaliação de  conhecimento, o funcionário que totalizar a média exigida tem um aumento no salário-base de 3,5%. Essa progressão acontecerá neste ano de 2013", explica a secretária. As dimensões avaliadas são: assiduidade e pontualidade, qualidade e produtividade, iniciativa e criatividade, zelo pelos recursos e interação com a comunidade escolar e a instituição.
Professores contratados também são avaliados, com o intuito de aprimorar o processo de ensino-aprendizagem e elevar  o nível de qualidade de ensino.

Oferecida a todos os professores da rede municipal, a formação continuada é vista como espaço de embasamento teórico e de trocas de experiência, e seus temas são baseados no interesse dos docentes e nos aspectos em que eles apresentam mais dificuldade. Embora alguns cursos sejam realizados no período noturno, como a capacitação do programa Alfabetização na Idade Certa, boa parte das atividades é oferecida com alternância de turnos, para que todos os professores possam participar. A prática da hora-atividade é fundamental para promover essa participação. Também acontece, com periodicidade mensal, a formação de gestores. 

Novos horizontesMuitas das novidades instituídas na educação infantil também foram aplicadas no ensino fundamental, proporcionando o avanço de toda a rede. O Centro de Educação Básica (CEB) Erica Hasse, que fica em um bairro afastado do centro de Trombudo Central, às margens da rodovia BR 470, iniciou suas mudanças com uma avaliação institucional feita com a participação de professores, funcionários e famílias. A escola atende 204 alunos de famílias de baixa e média renda, em sua maioria formada por trabalhadores do campo e mineradores, e, apesar de se encontrar em área com diversas moradias, é a única unidade ainda considerada rural no município. Até o ano passado o CEB contava também com educação infantil, modalidade que foi absorvida em 2013 por outra unidade da região. "Os pais se sentem valorizados por participar", conta a diretora Maria Marlete Marcelino.

A partir desse primeiro estágio, diversas ações foram estabelecidas, como o plano de metas pedagógicas e financeiras e a criação de uma cartilha com informações sobre a estrutura e as ações realizadas no Centro. Também houve implantação do Conselho Escolar, que conta com cinco conselheiros para deliberar sobre as ações, principalmente em relação aos alunos. Além da Escola de Pais, Maria Marlete destaca a importância do Dia da Família na Escola, que tem apresentado grande resultado. "Vemos que as crianças começaram a caprichar mais nos trabalhos, pois se sentem valorizadas com a presença dos pais."

Os principais ingredientes para a renovação pedagógica foram a dedicação e o engajamento dos profissionais de educação e da comunidade. "O projeto não demandou recursos além do orçamento previsto pelo município, apenas passamos a utilizar as ferramentas de outra forma. O que mudou foi o nosso olhar sobre certas questões", defende a secretária Cátia.

Segundo ela, houve um gradativo processo de encantamento, que começou pelos coordenadores pedagógicos e depois conquistou os professores. Cátia explica, por exemplo, que apesar da realização de pequenos reparos nas escolas ainda há muito a fazer na modernização da infraestrutura, em razão do aumento do número de alunos.

Segundo ela, o maior crescimento foi na maturidade da equipe, que apresentou comprometimento com a proposta. "Seria impossível fazer isso sem eles", lembra Cátia. Para a professora Simone Venturi, todo mundo tem medo de mudar: "eu mesma achei que não iria conseguir seguir a proposta e fazer as sequências didáticas; hoje tudo parece muito fácil. Foi um processo difícil de mudança, mas é muito bonito ver o seu resultado".

http://revistaescolapublica.uol.com.br/textos/36/do-debate-a-acao-302318-1.asp 

REAJUSTE DO PISO SALARIAL DO MAGISTÉRIO 2014

Brasília, 18 de dezembro de 2013.


Prezado(a) Senhor(a),




À medida que, em 2012, a última estimativa de receita do valor mínimo nacional

por aluno/ano do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica

e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) fora publicada em

28/12/2012, a Confederação Nacional de Municípios (CNM), preocupada com

a necessidade de planejamento das gestões municipais, enviou em 10/12/2013

ofício ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE),solicitando

informações sobre a possibilidade de uma nova estimativa desse valor aluno/ano

do Fundeb para 2013.




De fato, hoje, 18/12/2013, foi publicada no Diário Oficial da União a Portaria\

Interministerial nº 16/2013 que reajusta os percentuais da última estimativa

para o ano de 2013. Portanto, o governo federal divulgou três estimativas do

valor mínimo nacional por aluno/ano para os anos iniciais do ensino

fundamental urbano do Fundeb para o ano de 2013: pela Portaria nº. 1496/2012

estimou esse valor em R$ 2.243,71; pela Portaria nº. 04/2013 o valor estimado

foi R$ 2.221,73 e o novo valor estimado por esta Portaria nº 16/2013 é R$ R$ 2.022,51.


Desse modo, o valor do piso do magistério de R$ 1.567,00 de 2013 passa

a ser de R$ 1.697,39 a partir de janeiro de 2014, pois o percentual de

crescimento do valor mínimo nacional por aluno/ano para os anos

iniciais do ensino fundamental urbano do Fundeb de 2013 em relação a 2012 a ser

aplicado ao reajuste do piso dos professores será de 8,32%.



Sabe-se que a valorização do magistério implica, entre outras medidas,

a melhoria do nível de remuneração dos professores. Contudo,

a CNM preocupa-se com o esforço financeiro que os entes públicos

municipais precisam empreender para cumprir a Lei nº 11.738/2008,

de forma a pagar o piso nacional.





Para orientar os Municípios, a CNM também elaborou matéria com

informações detalhadas sobre o repasse, acesse www.cnm.org.br






Saudações municipalistas.

Paulo Ziulkoski
Presidente da CNM


Documento elaborado pelo MEC orienta Gestores

Os diretores, vice-diretores e coordenadores das 49,4 mil escolas públicas que participam do programa Mais Educação já podem consultar, ler e imprimir o Manual Operacional da Educação Integral. O documento foi elaborado pela diretoria de currículos da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC para orientar os gestores das escolas sobre o funcionamento do programa.


O manual, que tem 77 páginas, aborda em detalhes todos os pontos do Mais Educação – da legislação aos recursos destinados às escolas, da relação da escola com a comunidade à descrição da importância da música, da leitura, do esporte na formação humana. Relaciona o conjunto das atividades que a escola pode escolher de acordo com sua realidade, número de estudantes ou localização – na área urbana ou no campo. E orienta sobre a exigência do acompanhamento pedagógico que se tornou obrigatório em 2013.
O acompanhamento pedagógico, segundo o coordenador de ações educacionais complementares da SEB, Leandro Fialho, tem peso importante no aprendizado, especialmente em língua portuguesa e matemática. O acompanhamento é o que já se chamou de reforço escolar e de dever de casa, explica Fialho.
Da página 45 à 76, o manual trata da composição dos kits que apoiam as atividades da jornada ampliada ou da educação integral e os recursos que a escola vai receber. No macrocampo denominado comunicação, uso de mídias e cultura digital, a escola tem oito opções. Se escolher, por exemplo, trabalhar com vídeo, o kit deste item é composto por câmera filmadora, estabilizador, ilha de edição, software da área e tripé. O recurso de capital para aquisição dos equipamentos é de R$ 8 mil.
O manual também detalha a forma de adesão ao programa, as etapas de habilitação, a divisão de responsabilidades e tarefas das secretarias de educação de estados e municípios e das escolas, o número mínimo de horas diárias da jornada escolar e da jornada semanal.


Ionice Lorenzoni

Acesse o Manual Operacional da Educação Integral


Palavras-chave: educação básica, educação integral, Mais Educação, Manual Operacional da Educação Integral

O que é exatamente um doutorado?

O texto abaixo, de autoria de Matt Might, é representativo de como às vezes uma imagem (ou um conjunto delas) vale mais que mil palavras. Apesar de bastante preciso, o autor consegue ir direto ao ponto, indicando uma das grandes riquezas de um curso de doutorado: a possibilidade de reconhecer as fronteiras do conhecimento e tentar superá-las. Vale a pena conferir!

Todo ano eu explico para um novo grupo de pós-graduandos o que é um doutorado.
Mas é difícil descrever em palavras.
Então, eu uso figuras.
Veja abaixo o guia ilustrado que eu utilizo para explicar exatamente o que é um doutorado.
Imagine um círculo que contém todo o conhecimento humano:
Quando você completa o ensino básico, você sabe um pouco:
Quando você completa o ensino médio, sabe um pouquinho mais:
Com uma graduação, você sabe um pouco mais e ganha uma especialização:
Um mestrado te aprofunda naquela especialização:
Ler e estudar teses te leva cada vez mais em direção ao limite do conhecimento humano naquela área:
Quando você chega lá, você se foca:
Você tenta ultrapassar os limites por alguns anos:
Até que um dia os limites cedem:
Este pequeno calombinho de conhecimento que ultrapassou os limites é chamado de doutorado (Ph.D.):
Mas é claro que na sua visão de mundo fica diferente:
Mas não esqueça da dimensão das coisas:
Continue ultrapassando os limites.
Autor do texto: Matt Might. Original em inglês: The Illustrated Guide to a Ph.D