quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

EDUCAÇÃO NA MÍDIA


 
22 de janeiro de 2014



NA SAÍDA DE MERCADANTE, MEC ELEVA PISO EM 8% E PROFESSORES RECLAMAM

Docentes esperavam de 13% a 15% e, agora, acusam ministério de maquiar dados para o cálculo. Categoria afirma que fará greve de 3 dias em março; aumento varia conforme receitas de fundo, diz governo

Fonte: Folha de S.Paulo (SP)


O governo federal definiu em 2014 um reajuste de 8,32% no piso nacional dos Professores da Educação básica e causou atrito com a categoria no momento em que Aloizio Mercadante deixa o Ministério da Educação para assumir a Casa Civil da Presidência. Os Docentes esperavam de 13% a 15%. Agora, acusam o MEC de ter "maquiado" os dados para o cálculo do índice, previsto em lei, como forma de reduzir o impacto nas contas de Estados e municípios --que pressionavam a União por um percentual menor.
Em tese, com o índice, nenhum dos 2 milhões de Professores da rede pública poderá ganhar menos do que R$ 1.697 --hoje são R$ 1.567. A CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) diz, porém, que a grande maioria dos municípios não cumpre a regra. Não há na lei punição prevista.
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Em seu discurso de posse como ministro da Educação, Aloizio Mercadante (PT) disse: "Devemos nos contentar com programas incrementais ou devemos ousar, inovar e dar salto de qualidade? Temos de dar o salto. A hora é agora".
Dois anos depois, o que se sobressai são programas incrementais e melhoria na execução de projetos herdados. Não houve ações estruturantes que atacassem os grandes gargalos, como a baixa qualidade do Ensino médio ou a baixa atratividade do magistério.
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