quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Consciência negra: valorizar a identidade


PARTICIPAÇÃO


Aprenda a valorizar a cultura negra em casa e na escola

Foto: Divulgação
Foto: alunos brincando
Revelando a riqueza da cultura africana é possível combater preconceitos dos brancos e reforçar a auto-estima dos negros
O que é o Dia da Consciência Negra? Celebrado no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra homenageia e resgata as negras raízes do povo brasileiro. Escolhido por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, ele é dedicado à reflexão sobre presença do negro na sociedade brasileira. "O Dia da Consciência Negra sinaliza a ideia do marco, marca o valor da conquista da liberdade deste grupo", explica Roseli Fischmann, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Metodista, de São Bernardo do Campo, na região metropolitana da capital paulista.

O dia da Consciência Negra também põe em pauta a importância de discutir atemática negra na escola. A inclusão de assuntos ligados à África e ao povo negro na educação formal é uma das estratégias para reconhecer a presença desse grupo na história do Brasil - os negros correspondem a 6,8% da população brasileira segundo o IBGE, mas os chamados "pardos" chegam a um número próximo da metade da população brasileira. Não à toa, escolas e instituições diversas já reconhecem a importância de trabalhar a cultura negra em seu dia a dia.

Hoje, a lei brasileira obriga as escolas a ensinarem temas relativos à história dos povos africanos em seu currículo. Além disso, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) estabelecem que a diversidade cultural do país deve ser trabalhada no âmbito escolar. "A sociedade em que vivemos valoriza outro estereótipo, o que resulta na invisibilização do negro. Isso tem um efeito bastante perverso: as crianças negras nunca se vêm e o que elas olham é sempre diferente delas", explica Roseli, que coordenou o grupo responsável pelo documento sobre Pluralidade Cultural nos PCNs. "A pluralidade cultural é um tema que pode ser abordado de forma transversal, em várias disciplinas", conclui. Estratégias simples, como a introdução de bonecas negras, podem ter um efeito positivo para reforçar aidentificação cultural dos alunos negros. "Revelar a África pela própria visão africana também surte efeito. O continente produz cultura, histórias e mitologia, o que a perspectiva eurocêntrica não nos deixa ver", diz Oswaldo de Oliveira Santos Junior, pesquisador do Núcleo de Educação em Direitos Humanos da Universidade Metodista de São Paulo.

Veja a seguir como pais e professores podem fazer sua parte na valorização da Consciência Negra.

Leia mais: Filme que traça panorama da história dos negros no Brasil ajuda professores a abordarem a cultura africana na escola 

Consciência Negra


Dados da Aula


O que o aluno poderá aprender com esta aula


• Ter consciência do que é ser negro. •Conhecer e reconhecer o papel do negro na construção da história da humanidade. •Conhecer as várias etnias que influenciaram na formação do povo brasileiro. •Valorizar o negro e do afro-descendente nesta sociedade racista e excludente.
Duração das atividades


05 dias
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno


Levantar informações acerca do conhecimento do aluno em relação a formação do povo brasileiro através do questinamento: Por que será que na nossa sala de aula existem crianças com diferentes características? ( cor da pele, tipos de cabelo, lábios,nariz etc ).
Estratégias e recursos da aula


As estratégias utilizadas serão
Construção de painel : “Como eu me percebo”
Utilização do laboratório de informática.
Atividades em pequenos grupos em sala de aula.
Observação do quadro Tarsila do Amaral










ATIVIDADE 1


Trabalhar um pequeno texto: "Formação do povo Brasileiro" do livro Aja Bahia em seguida discutir e refletir em cima do texto. A partir de situações levantadas os alunos deverão se dividir em grupo e construir o perfil do povo brasileiro. Em seguida individualmente cada aluno deverá montar o seu perfil “como eu me percebo."


ATIVIDADE 2





Observação do quadro de Tarsila do Amaral


Identificar a relação que a artista faz com a formação do povo brasileiro


ATIVIDADE 3


Levar os alunos ao laboratório de informática para uma pesquisa sobre Contos africanos. Cada equipe deverá escolher um conto africano e transformá-lo em um outro gênero ( História em quadrinhos).


ATIVIDADE 4


Em equipe os alunos deverão desenhar os personagens que farão parte da história em quadrinhos. Desenhar o cenário, ou seja, o local onde a história acontecerá, sempre tendo como base o conto que foi pesquisado no laboratório de informática. Escolher as partes que serão representadas nos quadrinhos. Escrever os textos de cada quadrinho.


ATIVIDADE 5


Cada representante da equipe deverá ir ao laboratório de informática utilizando dos recursos tecnológicos para montar suas revistas em quadrinho. Com ajuda da professora se fará a revisão final do texto e exposição para a comunidade escolar das produções feitas pelos alunos.
Recursos Complementares


Livro Aja Bahia ( lendo e escrevendo)- Educar para Vencer Sites: htpp://www.portaalafro.com.br
Avaliação


A avaliação aconterá durante todo o trabalho desenvolvido será continua e processual






fonte

domingo, 23 de outubro de 2011

Registro

“A história nos deixa presentes.
Entre os presentes que deixa, os registros estão entre os mais belos.
O que ganhamos de alguém é um presente,
e talvez assim se chame porque simboliza a presença de quem nos deu.
Mas presente é também o lugar do tempo em que estamos :
entre o passado que já se foi e o futuro, que ainda não chegou.”[1]


[1] TASSINARI, ALBERTO PEQUENO. GUIA BERLENDIS DE HISTÓRIA DA ARTE-DO RENASCIMENTO AO  IMPRESSIONISMO ATRAVÉS DAS OBRAS DO MASP – 1995.

Fernando Pessoa

BUSCA!

AS QUATRO ESTAÇÕES




Maria Hilda de J. Alão


Em uma época que já vai muito, mais muito longe, só existia o Inverno. A terra, toda coberta de neve, sofria com o frio muito forte. Os animais procuravam se esconder e ficavam todos juntos para se sentirem aquecidos. O vento gelado parecia o fio de afiadíssima faca cortando a pele. Os coelhos reclamavam muito. O vento não tinha pena deles. Soprava com força fazendo as suas orelhas balançarem como se fossem feitas de pano. Até o sol parecia ter medo o inverno, pois aparecia por uns instantes e logo se escondia deixando tudo frio e nublado. A comida era pouca e havia muita disputa entre os animais por um pouco dela. Como resolver esta situação. Não dava ser sempre inverno. Foi pensando assim que o leão resolveu organizar uma reunião para falar com Deus. E foram todos para o céu.
Lá chegando foram recebidos pelo guardião da entrada do céu.
- O que desejam? – perguntou o guardião.
- Viemos conversar com Deus sobre a situação da Terra. Queremos saber se há uma solução para acabar com tanto frio. O coelho saltou e disse:
- Eu não agüento o vento frio castigando as minhas orelhas.
O macaco também fez sua queixa.
- Como posso dormir numa árvore coberta de neve sem nenhum galho aconchegante?
A girafa, coitada, contou seu problema.
- E eu? Como sou muito alta não posso me esconder em uma caverna como o urso. Fico a noite toda ao relento coberta de neve. Eu tremo de frio, muito frio.
O guardião mandou que eles aguardassem e entrou para falar com Deus. Depois de uma meia hora ele voltou e foi dizendo: “Deus vai recebê-los e ver o que pode fazer. Vamos entrando sem algazarra.”
Eles entraram e diante do trono de Deus expuseram os seus problemas. Deus ouviu a todos pacientemente. Enquanto os bichos falavam o Todo Poderoso estudava uma maneira de resolver o problema. Quando Ele começou a falar, os bichos se calaram em sinal de respeito.
- Sei o quanto têm sofrido. Viver com uma só estação não é fácil e também não é justo. Frio em demasia prejudica os ossos de vocês. Então, a partir de hoje, eu instituo o seguinte: a cada três meses uma nova estação entrará em vigor a começar de agora. Que entrem as quatro estações.
E entrou uma bela mulher vestida de flores de todas as cores. Ela calçava um par sapatos na cor verde que o coelho identificou como feito do escasso capim que ele comia.
E Deus apresentou a bela mulher:
- Esta é a Primavera. A função dela é a de restaurar a natureza depois da ida do Inverno. Com ela virão as flores, as árvores ganharão folhas novas e frutos. Os animais e as aves se reproduzirão, o céu ficará muito azul e as noites claras com muitas estrelas. A temperatura será amena.
Depois entrou um rapaz brilhante, parecia feito de ouro, que foi apresentado por Deus.
- Este é o Verão. Ele virá quando a Primavera partir. Ele os cobrirá de sol e muito calor. Vocês terão dias e noites muito quentes.
Aí foi a vez do Outono, outro rapaz belo. E Deus continuou explicando.
- Este é o Outono. No Outono as folhas secam e caem, os últimos frutos são colhidos. Vocês guardarão alimentos para garantir as refeições no Inverno. As sementes que não forem juntadas ficarão na terra esperando a Primavera para brotar de novo.
- E, finalmente o Inverno que vocês conhecem tão bem. O inverno é caracterizado, principalmente, pelas baixas temperaturas. As árvores perdem as folhas e a comida se torna escassa. Por isso devem guardar para a estação fria. Várias espécies de animais, principalmente de pássaros, não agüentando o frio e a escassez de alimentos, migrarão para outras regiões mais quentes.
Quando Deus terminou de falar, os animais foram saindo em silêncio com a certeza de que tinham conseguido uma solução para os seus problemas. Pelo menos, a partir dessa reunião eles teriam três meses de cada estação, bem melhor do que ficar no inverno eternamente.
- Foi assim, meu neto, que Deus criou mais três estações para juntá-las a uma já existente.
30/09/10
(histórias que contava para o meu neto)

Na Educação Infantil

"Na educação infantil, não se propõe os mesmos objetivos em todas as linguagens:
em algumas, o objetivo será incentivar e otimizar aprendizagens já iniciadas; em outras, poder-se-á iniciar pela primeira vez ou de uma maneira diferente da que a criança já estava acostumada. É, portanto, imprescindível fazer um esforço na creche e na pré-escola para trabalhar tudo o que ajude a criança a dispor de ferramentas que lhe permitam começar a tornar-se um indivíduo da sociedade."
(Bassedas, Huguet e Sole, 1999, p. 75-76).

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Bernardo Toro defende sistema único de ensino como saída para a educação


19 de outubro de 2011
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Se os filhos de ocupantes de importantes cargos públicos ou de empresários estudassem na mesma escola que os filhos de seus funcionários, como seria a qualidade do ensino oferecida nessa unidade de ensino?
O questionamento foi feito na última sexta-feira, 14 de outubro, pelo filósofo e educador colombiano, Bernardo Toro, durante exposição realizada na tarde de encerramento do I Seminário Internacional de Mobilização Social pela Educação – Interação família-escola-comunidade, evento realizado em Fortaleza, Ceará.
Bernardo Toro, um dos mais importantes pensadores e autores sobre educação e democracia na América Latina falou aos participantes sobre como “Mobilizar é convocar vontades para atuar na busca de um propósito comum, sob interpretação e sentido também compartilhados”.
Bernardo Toro 2 - seminário internacionalO palestrante ainda estimulou os participantes do Seminário a refletirem em relação à educação “não como algo divino”. Por isso, lembrou que para ter qualidade o sistema de ensino deve garantir dois elementos fundamentais: motivação e método.
Bernardo Toro também afirmou aos mobilizadores sociais pela educação participantes do evento que o papel de defender qualidade para a educação não é exclusivo dos educadores, mas de toda a sociedade. Explicou que o saber social é um conjunto de conhecimentos, práticas, destrezas, ritos, mitos, valores e instrumentos que permitem à sociedade, entre outras alternativas, sobreviver, conviver, produzir e dar sentido à vida.
O educador e filósofo lembrou que a combinação de ciência e cultura permite o bom funcionamento e a qualidade do sistema educacional. “Necessitamos de um sistema que tenha um projeto de vida, que nos permita participar de redes sociais e saber como usar a informação em benefício próprio e da coletividade”, refletiu.
Toro ressalta que, na América latina, a maioria dos educadores públicos têm filhos estudando em escolas privadas. A mudança dessa realidade é um dos primeiros desafios apontados por ele para integrar a pauta da mobilização social pela qualidade da educação pública. O palestrante defende que, se os filhos de formadores de opinião e ocupantes de cargos de poder forem estudantes de escolas públicas, seus pais atuarão de maneira mais contundente na defesa de qualidade para a educação oferecida nessas unidades de ensino. “Um país que tenha dois sistemas de ensino (se referindo a um público e um privado) não consegue ter, não é possível ter educação pública de qualidade”, pondera.
Ainda na defesa de um sistema único e de qualidade para todos, Bernardo Toro destacou a frase de autoria do professor e economista brasileiro, Cláudio de Moura e Castro, que também escreve sobre educação: “Se o Brasil dedicasse à educação a mesma atenção que dedica ao futebol, teria a melhor educação do mundo”.
Toro também defendeu a aprovação, no Brasil, do Projeto de Lei n°. 480 que tramita no Senado Federal, de autoria do senador Cristovam Buarque. A lei obrigaria todo político eleito a colocar seus filhos em escolas públicas. A proposta do senador tem como o objetivo fazer com que os políticos enxerguem a questão da educação por outro ângulo: o de dentro de casa. E isso, segundo Cristovam, incentivaria a melhoria da qualidade de ensino no país.
Após divulgar algumas de suas observações sobre a realidade da educação pública na América Latina e no Brasil, Bernardo Toro conduziu a segunda parte do painel preparado para o Seminário orientando a ação dos mobilizadores sociais pela educação. O conteúdo desta etapa da exposição do educador será divulgado noBlog da Mobilização nos próximos dias, complementando a série de publicações sobre o I Seminário Internacional de Mobilização Social pela Educação – Interação família-escola-comunidade.
Fonte: Blog da Mobilização
Crédito foto: Chico Gadelha

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Livros em PDF



1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
2. 
A Comédia dos Erros -William Shakespeare
3. 
Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
4. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
5. 
Cancioneiro -Fernando Pessoa
6. 
Romeu e Julieta -William Shakespeare
7. 
A Cartomante -Machado de Assis
8. 
Mensagem -Fernando Pessoa
9. 
A Carteira -Machado de Assis
10. 
A Megera Domada -William Shakespeare
11. 
A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
12. 
Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
13. 
O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
14. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
15.. 
Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
16. 
Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
17. 
Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
18. 
A Carta -Pero Vaz de Caminha
19. 
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
20. 
Macbeth -William Shakespeare
21. 
Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
22. 
A Tempestade -William Shakespeare
23. 
O pastor amoroso -Fernando Pessoa
24. 
A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
25. 
Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
26. 
A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
27. 
O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
28. 
O Mercador de Veneza -William Shakespeare
29. 
A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
30. 
Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
31. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
32. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
33. 
Arte Poética -Aristóteles
34. 
Conto de Inverno -William Shakespeare
35. 
Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
36. 
Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
37. 
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
38. 
A Metamorfose -Franz Kafka
39. 
A Cartomante -Machado de Assis
40. 
Rei Lear -William Shakespeare
41. 
A Causa Secreta -Machado de Assis
42. 
Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
43. 
Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
44. 
Júlio César -William Shakespeare
45. 
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
46. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
47. 
Cancioneiro -Fernando Pessoa
48. 
Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
49. 
A Ela -Machado de Assis
50. 
O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
51. 
Dom Casmurro -Machado de Assis
52. 
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
53. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
54. 
Adão e Eva -Machado de Assis
55. 
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
56. 
A Chinela Turca -Machado de Assis
57. 
As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
58. 
Poemas Selecionados -Florbela Espanca
59. 
As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
60. 
Iracema -José de Alencar
61. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
62. 
Ricardo III -William Shakespeare
63. 
O Alienista -Machado de Assis
64. 
Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
65. 
A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
66. 
A Carteira -Machado de Assis
67. 
Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
68. 
Senhora -José de Alencar
69. 
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
70. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
71. 
A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
72. 
Sonetos -Luís Vaz de Camões
73. 
Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
74. 
Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
75. 
Iracema -José de Alencar
76. 
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
77. 
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
78. 
O Guarani -José de Alencar
79. 
A Mulher de Preto -Machado de Assis
80. 
A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
81. 
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
82. 
A Pianista -Machado de Assis
83. 
Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
84. 
A Igreja do Diabo -Machado de Assis
85. 
A Herança -Machado de Assis
86. 
A chave -Machado de Assis
87. 
Eu -Augusto dos Anjos
88. 
As Primaveras -Casimiro de Abreu
89. 
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
90. 
Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
91. 
Quincas Borba -Machado de Assis
92. 
A Segunda Vida -Machado de Assis
93. 
Os Sertões -Euclides da Cunha
94. 
Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
95. 
O Alienista -Machado de Assis
96. 
Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
97. 
Medida Por Medida -William Shakespeare
98. 
Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
99. 
A Alma do Lázaro -José de Alencar
100. 
A Vida Eterna -Machado de Assis
101. 
A Causa Secreta -Machado de Assis
102. 
14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
103. 
Divina Comedia -Dante Alighieri
104. 
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
105. 
Coriolano -William Shakespeare
106. 
Astúcias de Marido -Machado de Assis
107. 
Senhora -José de Alencar
108. 
Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
109. 
Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
110. 
Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
111. 
A 'Não-me-toques' ! -Artur Azevedo
112. 
Os Maias -José Maria Eça de Queirós
113. 
Obras Seletas -Rui Barbosa
114. 
A Mão e a Luva -Machado de Assis
115. 
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
116. 
Aurora sem Dia -Machado de Assis
117. 
Édipo-Rei -Sófocles
118. 
O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
119. 
Pai Contra Mãe -Machado de Assis
120. 
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
121. 
Tito Andrônico -William Shakespeare
122. 
Adão e Eva -Machado de Assis
123. 
Os Sertões -Euclides da Cunha
124. 
Esaú e Jacó -Machado de Assis
125. 
Don Quixote -Miguel de Cervantes
126. 
Camões -Joaquim Nabuco
127. 
Antes que Cases -Machado de Assis
128. 
A melhor das noivas -Machado de Assis
129. 
Livro de Mágoas -Florbela Espanca
130. 
O Cortiço -Aluísio de Azevedo
131. 
A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
132. 
Helena -Machado de Assis
133. 
Contos -José Maria Eça de Queirós
134. 
A Sereníssima República -Machado de Assis
135. 
Iliada -Homero
136. 
Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
137. 
A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
138. 
Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
139. 
Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
140. 
Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
141. 
Anedota Pecuniária -Machado de Assis
142. 
A Carne -Júlio Ribeiro
143. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
144. 
Don Quijote -Miguel de Cervantes
145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
146. 
A Semana -Machado de Assis
147. 
A viúva Sobral -Machado de Assis
148. 
A Princesa de Babilônia -Voltaire
149. 
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
150. 
Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
151. 
Papéis Avulsos -Machado de Assis
152. 
Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
153. 
Cartas D'Amor -José Maria Eça de Queirós
154. 
O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
155. 
Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
156. 
Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
157. 
A Desejada das Gentes -Machado de Assis
158. 
A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
159. 
Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
160. 
Almas Agradecidas -Machado de Assis
161. Cartas D'Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
162. 
Contos Fluminenses -Machado de Assis
163. 
Odisséia -Homero
164. 
Quincas Borba -Machado de Assis
165. 
A Mulher de Preto -Machado de Assis
166. 
Balas de Estalo -Machado de Assis
167. 
A Senhora do Galvão -Machado de Assis
168. 
O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
169. 
A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
170. 
Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
171. 
CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
172. 
Cinco Minutos -José de Alencar
173. 
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
174. 
Lucíola -José de Alencar
175. 
A Parasita Azul -Machado de Assis
176. 
A Viuvinha -José de Alencar
177. 
Utopia -Thomas Morus
178. 
Missa do Galo -Machado de Assis
179. 
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
180. 
História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
181. 
Hamlet -William Shakespeare
182. 
A Ama-Seca -Artur Azevedo
183. 
O Espelho -Machado de Assis
184. 
Helena -Machado de Assis
185. 
As Academias de Sião -Machado de Assis
186. 
A Carne -Júlio Ribeiro
187. 
A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
188. 
Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
189. 
Antes da Missa -Machado de Assis
190. 
A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
191. 
A Carta -Pero Vaz de Caminha
192. 
LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
193. 
A mulher Pálida -Machado de Assis
194. 
Americanas -Machado de Assis
195. 
Cândido -Voltaire
196. 
Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
197. 
El Arte de la Guerra -Sun Tzu
198. 
Conto de Escola -Machado de Assis
199. 
Redondilhas -Luís Vaz de Camões
200. 
Iluminuras -Arthur Rimbaud
201. 
Schopenhauer -Thomas Mann
202. 
Carolina -Casimiro de Abreu
203. 
A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
204. 
Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
205. 
Memorial de Aires -Machado de Assis
206. 
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
207. 
A última receita -Machado de Assis
208. 
7 Canções -Salomão Rovedo
209. 
Antologia -Antero de Quental
210. 
O Alienista -Machado de Assis
211. 
Outras Poesias -Augusto dos Anjos
212. 
Alma Inquieta -Olavo Bilac
213. 
A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
214. 
A Semana -Machado de Assis
215. 
Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
216. 
A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
217. 
Esaú e Jacó -Machado de Assis
218. 
Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
219. 
História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
220. 
A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
221. 
Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
222. 
Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
223. 
Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
224. 
A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
225. 
Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
226. 
As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
227. 
O LIVRO D'ELE -Florbela Espanca
228. 
O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
229. 
A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
230. 
Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
231. 
A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
232. 
Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
233. 
Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
234. 
A Bela Madame Vargas -João do Rio
235. 
Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
236. 
Cinco Mulheres -Machado de Assis
237. 
A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
238. 
O Cortiço -Aluísio Azevedo
239. 
RELIQUIAE -Florbela Espanca
240. 
Minha formação -Joaquim Nabuco
241. 
A Conselho do Marido -Artur Azevedo
242. 
Auto da Alma -Gil Vicente
243. 
345 -Artur Azevedo
244. 
O Dicionário -Machado de Assis
245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
246.. 
A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
247. 
AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
248. 
Cinco minutos -José de Alencar
249. 
Lucíola -José de Alencar
250. 
Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
251. 
A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
252. 
A Alegria da Revolução -Ken Knab
253. 
O Ateneu -Raul Pompéia
254. 
O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
255. 
Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
256. 
A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
257. 
Noite de Almirante -Machado de Assis
258. 
O Sertanejo -José de Alencar
259. 
A Conquista -Coelho Neto
260. 
Casa Velha -Machado de Assis
261. 
O Enfermeiro -Machado de Assis
262. 
O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
263. 
Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
264. 
A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
265. 
Poemas -Safo
266. 
A Viuvinha -José de Alencar
267. 
Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
268. 
Contos para Velhos -Olavo Bilac
269. 
Ulysses -James Joyce
270. 
13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
271. 
Cícero -Plutarco
272. 
Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
273. 
Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
274. 
As Religiões no Rio -João do Rio
275. 
Várias Histórias -Machado de Assis
276. 
A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
277. 
Bons Dias -Machado de Assis
278. 
O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
279. 
A Capital Federal -Artur Azevedo
280. 
A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
281. 
As Forças Caudinas -Machado de Assis
282. 
Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
283. 
Balas de Estalo -Machado de Assis
284. 
AS VIAGENS -Olavo Bilac
285. 
Antigonas -Sofócles
286. 
A Dívida -Artur Azevedo
287. 
Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
288. 
Uns Braços -Machado de Assis
289. 
Ubirajara -José de Alencar
290. 
Poética -Aristóteles
291. 
Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
292. 
A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
293. 
Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
294. 
Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
295. 
Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
296. 
Via-Láctea -Olavo Bilac
297. 
O Mulato -Aluísio de Azevedo
298. 
O Primo Basílio - José Maria Eça de Queirós
299. 
Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
300. 
A Pata da Gazela -José de Alencar
301. 
BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
302. 
Vozes d'África -Antônio Frederico de Castro Alves
303.. 
Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
304. 
O que é o Casamento? -José de Alencar 

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